Empresas

Início Empresas Página 2

D1000VFarma: Rede Farmacêutica com Crescimento Estável

0

A D1000VFarma é uma rede de drogarias consolidada no mercado brasileiro, resultado da integração de marcas tradicionais como Drogasmil, Farmalife, Drogarias Tamoio e Drogaria Rosário. A empresa atua em estados estratégicos como Rio de Janeiro, Distrito Federal, Goiás, Mato Grosso e Tocantins, reforçando sua presença no setor farmacêutico nacional.

Até 31 de março de 2020, a rede contava com 196 lojas e empregava cerca de 3.600 colaboradores, atendendo aproximadamente 2,5 milhões de clientes mensalmente. Esses números refletem a ampla cobertura e o impacto significativo da D1000 na vida cotidiana dos consumidores brasileiros.

De acordo com a Abrafarma, entidade que representa as grandes redes de farmácias e drogarias do Brasil, a D1000 ocupa o nono lugar no ranking nacional em termos de faturamento, destacando-se em um mercado altamente competitivo.

Desempenho Financeiro

O desempenho financeiro da D1000 apresenta resultados estáveis e consistentes. No primeiro trimestre deste ano, a empresa registrou um lucro bruto de R$ 85,949 mil, um crescimento de 5,5% em relação ao mesmo período do ano anterior. Apesar disso, o lucro acumulado de 2019 foi de R$ 341,939 mil, representando uma leve queda de 1,6% em comparação ao ano anterior.

A rede farmacêutica faz parte do Grupo Profarma, a segunda maior distribuidora de produtos farmacêuticos do Brasil. O grupo foi fundado no Rio de Janeiro, em 1961, pela família Birmarcker, que permanece no controle da companhia. A Profarma é listada no Novo Mercado da B3 desde 2006, reforçando seu compromisso com práticas de governança corporativa.

Estratégia e Expansão

A D1000 tem como foco principal a comercialização de medicamentos, produtos de higiene pessoal, beleza, dermocosméticos e itens de conveniência. Em agosto de 2020, a empresa realizou seu IPO (Oferta Pública Inicial), arrecadando cerca de R$ 400 milhões. Esses recursos foram direcionados para a expansão da rede e o fortalecimento de sua posição no mercado.

Com uma estratégia voltada para atender as necessidades de consumidores em diversas regiões, a D1000 se posiciona como uma das principais redes de drogarias no Brasil, equilibrando crescimento sustentável com um portfólio diversificado de produtos.

Perspectivas

A trajetória da D1000VFarma reflete o dinamismo do mercado farmacêutico brasileiro. Com uma base sólida e um plano estratégico consistente, a empresa continua a expandir sua atuação, consolidando sua posição como uma referência no setor de varejo farmacêutico

Banco Pan: História e Estratégias de Crescimento no Setor Financeiro

0

O Banco Pan S.A., conhecido como um banco de médio porte, tem como foco principal o atendimento a pessoas físicas. Atuando em todo o território brasileiro, o banco se destaca especialmente nas regiões Sudeste e Nordeste, oferecendo produtos financeiros como crédito consignado (empréstimos e cartões de crédito), financiamento de veículos, cartões institucionais e seguros.

Além dos serviços bancários tradicionais, o Banco Pan diversifica suas operações por meio de cinco empresas subsidiárias que ampliam sua atuação no mercado financeiro:

  1. PAN Arrendamento Mercantil: Fundada em 1998, a subsidiária é especializada em financiamento de veículos novos e usados, consolidando-se como um dos principais braços do banco no setor automotivo.

  2. BM Sua Casa: Criada em 2007, a empresa foca no financiamento imobiliário, com uma oferta direcionada à classe média, ajudando a impulsionar o acesso à moradia.

  3. Brazilian Securities Companhia de Securitização: Essa empresa é responsável pela aquisição e securitização de créditos, oferecendo soluções inovadoras no mercado financeiro.

  4. Brazilian Finance & Real Estate: Atuando como uma empresa de investimentos financeiros, ela amplia o portfólio do grupo com soluções voltadas ao mercado imobiliário e financeiro.

  5. PAN Consórcio: Com foco na administração de grupos de consórcio, principalmente para automóveis e imóveis, essa sociedade limitada oferece opções acessíveis para consumidores interessados em bens de maior valor.

Uma Trajetória Marcada por Transformações

A história do Banco Pan remonta a 1963, quando foi fundado como Real Sul S/A. Em 1969, foi adquirido pelo Grupo Silvio Santos, marcando o início de uma nova fase sob o nome Banco PanAmericano S/A. Ao longo dos anos, o banco passou por significativas mudanças estruturais e financeiras.

Em 2009, a Caixa Econômica Federal adquiriu uma participação no Banco Pan. No entanto, em 2011, enfrentando um déficit superior a R$ 4 bilhões, todas as ações controladas pelo Grupo Silvio Santos foram vendidas ao BTG Pactual. Essa transação marcou o início de uma nova era, com o banco se reposicionando estrategicamente no mercado.

Entre 2012 e 2018, o Banco Pan realizou três aumentos de capital para fortalecer sua posição financeira. Os valores arrecadados nesses processos foram R$ 1,8 bilhão, R$ 1,3 bilhão e R$ 400 milhões, respectivamente.

Em 2014, o grupo optou por vender suas participações na PAN Seguros e na PAN Corretora, ajustando seu foco às operações principais e buscando maior eficiência operacional.

Presença na Bolsa de Valores

O Banco Pan está listado no segmento de nível 1 da B3, com ações preferenciais (BPAN4) disponíveis também no mercado fracionado (BPAN4F). Essa estrutura permite que investidores tenham acesso ao capital do banco, contribuindo para sua expansão e inovação no mercado financeiro.

Com uma sólida trajetória de reestruturações e crescimento, o Banco Pan continua a consolidar sua posição como uma instituição financeira relevante no Brasil, focada em atender às necessidades de seus clientes e expandir sua presença no mercado.

Expansão da Petz no Brasil impulsiona crescimento digital e novos investimentos

0

A Petz, uma das maiores redes de pet shop do Brasil, foi fundada em 2002 pelo empresário Sergio Zimerman e se consolidou como um gigante do setor. Atualmente, a empresa está presente em 13 estados e no Distrito Federal, operando um total de 110 lojas, com planos de crescimento contínuo.

Em 2019, a Petz registrou um lucro líquido de R$ 23,6 milhões, o que representou uma queda de 23,7% em comparação aos R$ 30,9 milhões obtidos no ano anterior. Apesar disso, a receita bruta da empresa cresceu significativamente, registrando um aumento de 25,7%, atingindo R$ 1,16 bilhão.

O lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização ajustado (Ebitda) apresentou um crescimento impressionante de 50,8%, passando de R$ 76,3 milhões em 2018 para R$ 115,1 milhões em 2019, evidenciando a força da estratégia da empresa.

A abertura de capital da Petz, realizada em setembro de 2020, foi outro marco importante para a companhia. As ações foram precificadas a R$ 13,75, dentro da faixa indicativa, que variava entre R$ 12,25 e R$ 15,25. Com isso, a empresa captou R$ 3,03 bilhões, incluindo os lotes extras. A maior parte dessa captação ocorreu por meio de uma oferta secundária, que resultou na redução da participação do fundo de private equity Warburg Pincus, de 55% para cerca de 5%.

Os recursos obtidos com a abertura de capital têm sido direcionados para a expansão das operações da Petz, com a abertura de novas lojas tanto em áreas onde a empresa já atua quanto em novas regiões, o que também impulsiona o crescimento das vendas digitais. A estratégia da empresa está focada em fortalecer sua presença digital, com destaque para o aumento da omnicanalidade, proporcionando uma experiência aprimorada ao cliente e ganhos de produtividade.

Além disso, a Petz está investindo no desenvolvimento de produtos exclusivos sob sua marca própria e na expansão dos serviços oferecidos pelos centros veterinários da marca Seres, reforçando seu compromisso com a inovação e a qualidade dos serviços prestados.

A empresa segue otimista com seus planos de crescimento, apostando tanto na expansão física de suas lojas quanto na ampliação de sua presença digital, visando consolidar sua posição de liderança no mercado brasileiro de produtos e serviços para animais de estimação

7-Eleven Recusa Proposta Multibilionária do Proprietário da Circle K para Fusão de Lojas de Conveniência

0

A operadora da 7-Eleven recusou uma oferta inicial do proprietário da rede de lojas de conveniência concorrente Circle K, indicando que a proposta era baixa demais e que o valor global de seus negócios era superior.

Em um comunicado divulgado na sexta-feira, a Seven & I Holdings, com sede em Tóquio, que detém a 7-Eleven, afirmou estar “aberta” a “considerar sinceramente” qualquer proposta que esteja no melhor interesse de seus acionistas.

“No entanto, resistiremos a qualquer proposta que prive nossos acionistas do valor intrínseco da empresa ou que não aborde de forma específica as preocupações regulatórias reais”, afirmou a empresa no comunicado.

A Seven & I confirmou que a oferta da Alimentation Couche-Tard, do Canadá, que opera a Circle K, para adquirir todas as suas ações em circulação foi de US$ 14,86 por ação em dinheiro, o que tornaria o acordo potencial no valor de US$ 38,5 bilhões, segundo cálculo da Reuters.

O Financial Times relatou na quinta-feira que a Seven & I estava aberta à possibilidade de uma oferta mais alta de seu pretendente. As ações da Seven & I subiram desde que a notícia da oferta foi divulgada no mês passado, elevando o valor de mercado da empresa para mais de US$ 38 bilhões.

Isso sugeria um valor de negócio superior a qualquer outra aquisição liderada por estrangeiros no Japão desde que a Dealogic, uma empresa de análises financeiras, começou a coletar dados em 1995. Também seria a maior aquisição transfronteiriça do mundo neste ano, de acordo com a Dealogic.

A proposta de aquisição tem sido amplamente observada no Japão porque surgiu após o governo dificultar para as empresas ignorarem ofertas não solicitadas. As mudanças nas diretrizes de fusões corporativas devem aumentar os investimentos estrangeiros no país.

Uma fusão potencial teria expandido ainda mais a já impressionante presença da Couche-Tard na América do Norte, onde opera as lojas Couche-Tard e Circle K, e na Europa, onde também gerencia os postos de combustível Ingo.

Analistas já haviam dito que a entidade combinada controlaria quase um quinto do mercado de lojas de conveniência dos Estados Unidos, o que provavelmente atrairia a atenção dos reguladores antitruste americanos.

A Seven & I abordou essa preocupação na sexta-feira, dizendo que a proposta não “reconhecia adequadamente os múltiplos e significativos desafios que uma transação desse tipo enfrentaria com as agências de fiscalização da concorrência dos EUA no ambiente regulatório atual.”

O grupo, com sede em Tóquio, opera mais de 83.000 lojas ao redor do mundo, incluindo as lojas 7-Eleven e a rede Speedway de postos de gasolina nos Estados Unidos. Em 2021, comprou a Speedway da Marathon Petroleum por US$ 21 bilhões, aumentando sua presença na América do Norte.

Embora a 7-Eleven tenha suas origens em Dallas, Texas, foi o falecido empresário japonês Masatoshi Ito quem é creditado por transformá-la em uma marca global onipresente. Ito faleceu no ano passado, aos 98 anos.

Cava Relata Resultados Positivos, Lançamento de Carne e Crescimento de Vendas Impulsionam Ações para Alta Recorde

0

Cava (CAVA) está apresentando números saborosos para seus investidores.

Após o fechamento do mercado na quinta-feira, a cadeia de restaurantes mediterrâneos de fast-casual divulgou resultados do segundo trimestre que superaram as estimativas em receita, lucros e vendas nas mesmas lojas.

Suas ações subiram 9% nas negociações pré-mercado na manhã de sexta-feira, a caminho de um novo recorde histórico.

As vendas líquidas aumentaram 35,2% em relação ao ano anterior, totalizando US$ 233,5 milhões, em comparação com as expectativas de US$ 219 milhões. O lucro ajustado por ação foi de US$ 0,17, contra os US$ 0,13 esperados.

As vendas nas mesmas lojas aumentaram 14,4%, superando a expectativa de 7,45% de Wall Street. O crescimento das vendas foi impulsionado pelo aumento do tráfego de clientes (um aumento de 9,5% em relação ao ano anterior), pelo aumento nos preços do menu, por novas localizações e pelo lançamento da carne grelhada em 3 de junho.

O CEO Brett Schulman disse na teleconferência de resultados que o lançamento da carne superou as expectativas da empresa de forma esmagadora. A empresa está no “nexo da convergência do consumidor”, à medida que os consumidores trocam restaurantes finos por opções mais acessíveis, mas ainda buscam uma qualidade superior ao fast food.

“Em um momento em que os consumidores estão sentindo cada vez mais a pressão de uma economia incerta e são mais criteriosos sobre onde e como gastam seu dinheiro, eles estão optando por jantar na Cava”, disse ele.

O analista da Wedbush, Nick Setyan, afirmou que espera “tendências de transações de dois anos acelerando, lideradas principalmente pelo lançamento da carne”.

Na quarta-feira, as ações da Cava atingiram um recorde histórico de US$ 102,39, e na quinta-feira, atingiram uma alta intradiária de US$ 104,84 antes de fechar a US$ 101,98. Nas negociações pré-mercado de sexta-feira, as ações subiram até US$ 111.

As ações subiram 137% no acumulado do ano, em comparação com 17% para a Chipotle (CMG) e o S&P 500 (^GSPC).

A abordagem da Cava para expansão é lenta e constante. Até 2032, a empresa planeja ter 1.000 localizações da Cava.

O analista do Citi, Jon Tower, afirmou que ainda há espaço para crescimento em uma nota para os clientes. “Uma oportunidade de crescimento de unidades que continua a se ajustar para cima, com oportunidades discretas de vendas nas mesmas lojas, preços e margens, à medida que o sistema se densifica e as margens aumentam à medida que a presença se expande para mercados de menor custo.”

No segundo trimestre, a Cava abriu 18 novas localizações, elevando o total para 341. Isso se compara a 14 novas localizações no primeiro trimestre.

Schulman disse que, nos mercados existentes, ainda há espaço para aumentar o reconhecimento da marca. Outros motores de crescimento futuro incluem o relançamento do programa de fidelidade em outubro e o serviço de catering.

A empresa pretende testar o mercado de catering em grandes metrópoles em 2025 e lançá-lo em escala nacional em 2026.

Qual o Potencial de Valorização das Ações da Nvidia?

0

No início de junho do ano passado, escrevi um artigo com um título idêntico para tentar descobrir quanto potencial de valorização as ações da Nvidia (NASDAQ: NVDA) poderiam oferecer. Tenho que admitir que minha previsão estava bem longe da realidade.

As ações da Nvidia subiram 196% desde que aquele artigo foi publicado, mais do que triplicando em valor. Minha estimativa era de que essa ação de semicondutores de alto desempenho poderia quase dobrar de valor em um período de três anos, mas superou essas expectativas por uma enorme margem.

Vamos ver por que isso aconteceu e verificar quanto potencial de valorização essa fabricante de chips de alto desempenho pode oferecer após os ganhos extraordinários registrados no último ano.

O Crescimento da Nvidia Superou as Expectativas de Wall Street

Há um ano, os analistas esperavam que a Nvidia entregasse US$ 42,9 bilhões em receita e US$ 7,68 por ação em lucros para o ano fiscal de 2024. Em vez disso, a empresa encerrou o ano fiscal com lucros ajustados de US$ 12,96 por ação em uma receita de US$ 60,9 bilhões. Também é importante notar que os analistas previam que a Nvidia entregaria uma receita de US$ 50,6 bilhões para o ano fiscal de 2025 e US$ 62,7 bilhões em 2026.

No entanto, como o gráfico a seguir indica, as expectativas dos analistas para a Nvidia simplesmente dispararam no último ano.

Isso não é surpreendente, pois a fabricante de chips tem apresentado um crescimento melhor do que o esperado trimestre após trimestre, graças à enorme demanda por seus chips de inteligência artificial (IA). Por exemplo, no primeiro trimestre do ano fiscal de 2025 (que terminou em 28 de abril), a receita da Nvidia aumentou 262% ano a ano, atingindo US$ 26 bilhões, e os lucros aumentaram 461%, alcançando US$ 6,12 por ação.

Esse forte crescimento levou os analistas a elevar ainda mais suas expectativas de crescimento para a empresa, como refletido no gráfico anterior. O CEO da Nvidia, Jensen Huang, diz que esse crescimento impressionante veio para ficar, pois “empresas e países estão se associando à Nvidia para transformar os data centers tradicionais de trilhões de dólares em computação acelerada e construir um novo tipo de data center — fábricas de IA — para produzir uma nova commodity: a inteligência artificial”.

Nvidia Lidera a Revolução da IA

Os investidores devem notar que a Nvidia desempenha um papel pioneiro na proliferação da IA com suas ofertas de hardware e software. A empresa controlava massivos 94% do mercado de unidades de processamento gráfico (GPUs) de IA no ano passado e está enfrentando pouca concorrência nesse espaço, apesar dos esforços de seus rivais. Com o mercado global de GPUs previsto para apresentar um crescimento anual de 31% até 2032 e gerar US$ 594 bilhões em receita anual no final do período de previsão, há espaço para a Nvidia continuar crescendo em um ritmo robusto a longo prazo.

Além disso, a Nvidia possui outros catalisadores além do mercado de data centers de IA. Ela é a principal fornecedora de GPUs usadas em computadores pessoais (PCs), com uma participação de mercado estimada em 88%. Isso coloca a empresa em uma posição sólida para registrar um crescimento incremental saudável no futuro, graças à oportunidade lucrativa presente no mercado geral de GPUs.

Crescimento Saudável dos Lucros Indica Mais Potencial de Valorização

Os investidores já viram como a receita da Nvidia está projetada para crescer nos próximos três anos fiscais. A boa notícia é que o crescimento da receita também se refletirá nos lucros. Os analistas esperam que os lucros da empresa aumentem a uma taxa anual de 43% nos próximos cinco anos. Com base nos lucros fiscais de 2024 de US$ 1,21 por ação, os lucros da Nvidia poderiam subir para US$ 7,24 por ação após cinco anos.

Multiplicando os lucros projetados após cinco anos pelo múltiplo de lucros futuros do Nasdaq-100 de 29 (usando o índice como proxy para ações de tecnologia), isso aponta para um preço das ações de US$ 210. Isso representaria um aumento de 78% em relação aos níveis atuais.

No entanto, com a oportunidade de mercado de trilhões de dólares em que a empresa está posicionada e o ritmo acelerado em que seus mercados finais, como chips de IA, estão crescendo, não seria surpreendente ver essa ação de tecnologia entregando ganhos mais fortes nos próximos cinco anos e superando a meta de preço de US$ 200 nas estimativas mais otimistas.

Vale a Pena Investir US$ 1.000 na Nvidia Agora?

Antes de comprar ações da Nvidia, considere o seguinte:

A equipe de analistas do Motley Fool Stock Advisor acabou de identificar o que eles acreditam serem as 10 melhores ações para os investidores comprarem agora… e a Nvidia não estava entre elas. As 10 ações que fizeram parte da lista podem gerar retornos extraordinários nos próximos anos.

Considere quando a Nvidia fez parte dessa lista em 15 de abril de 2005… se você tivesse investido US$ 1.000 na época da nossa recomendação, teria hoje US$ 774.526!

O Stock Advisor fornece aos investidores um roteiro fácil de seguir para o sucesso, incluindo orientação sobre como construir um portfólio, atualizações regulares dos analistas e duas novas escolhas de ações a cada mês. O serviço Stock Advisor mais que quadruplicou o retorno do S&P 500 desde 2002.

Adobe Shares Rise Following AI-Driven Revenue Forecast Boost

0

A Adobe, criadora do Photoshop, elevou sua previsão de receita para o ano fiscal de 2024 nesta quinta-feira, à medida que mais empresas e consumidores adotam suas ferramentas de edição impulsionadas por inteligência artificial em meio a sinais de recuperação econômica.

As ações da empresa sediada em San Jose, Califórnia, subiram cerca de 15% nas negociações pré-mercado na sexta-feira.

A empresa agora espera uma receita entre US$ 21,40 bilhões e US$ 21,50 bilhões, em comparação com sua previsão anterior de entre US$ 21,30 bilhões e US$ 21,50 bilhões. Em média, os analistas esperavam US$ 21,46 bilhões, de acordo com dados da LSEG.

A perspectiva da Adobe reflete que seus esforços em IA estão dando frutos, à medida que os clientes aumentam os gastos com seus produtos de software, como Premiere Pro, Animate e After Effects, usados por profissionais criativos em diversas áreas.

Em abril, a empresa anunciou planos para incorporar uma ferramenta de IA para gerar imagens em seu popular software Photoshop, em meio à crescente concorrência de empresas como OpenAI, Stability AI e Midjourney.

A Adobe também elevou sua previsão de lucro ajustado por ação para o ano inteiro para uma faixa de US$ 18 a US$ 18,20 por ação, em comparação com a faixa anterior de US$ 17,60 a US$ 18 por ação.

“É evidente que os negócios da Adobe estão prosperando apesar da concorrência da IA que está afetando seus pares. Acreditamos que isso deixa a Adobe como a empresa de software de grande capitalização melhor posicionada”, disse Gil Luria, analista de pesquisa da D.A. Davidson.

A empresa reportou uma receita de US$ 5,31 bilhões no segundo trimestre, superando as estimativas de US$ 5,29 bilhões.

A receita de mídia digital da empresa foi de US$ 3,91 bilhões, acima das estimativas de US$ 3,89 bilhões.

A Adobe desenvolveu sua própria ferramenta de geração de imagens por IA chamada Firefly, que é treinada em dados que possui os direitos, em um momento de crescente preocupação com a privacidade de dados e direitos autorais em relação ao conteúdo criado por IA.

Em base ajustada, a empresa teve um lucro de US$ 4,48 por ação no trimestre, em comparação com as estimativas de US$ 4,39 por ação.

Burger King Lança Refeição de Valor de $5

0

A Burger King, pertencente à Restaurant Brands International, está pronta para lançar sua própria refeição de valor de $5, disse um porta-voz da empresa nesta quinta-feira, no momento em que sua rival McDonald’s também planeja lançar uma promoção semelhante.

“Estamos trazendo de volta a nossa refeição de $5 ‘Your Way Meal’, conforme acordado com nossos franqueados em abril”, disse o porta-voz.

As redes de fast food nos EUA estão em uma disputa para atrair clientes em um momento em que a crise do custo de vida tem forçado as pessoas a fazer mais refeições em casa, levando as empresas a focarem em oferecer melhores promoções e ofertas para aumentar o fluxo de clientes.

A Bloomberg News foi a primeira a reportar os detalhes do lançamento da refeição de $5 da Burger King, acrescentando que ela será lançada antes da promoção do McDonald’s.

A oferta da Burger King incluiria a escolha de um entre três sanduíches com nuggets, batatas fritas e uma bebida, de acordo com o relatório da Bloomberg.

A Burger King planeja manter sua oferta por vários meses, disse o relatório, citando um memorando. Enquanto isso, a promoção do McDonald’s duraria cerca de quatro semanas, relatou anteriormente a Bloomberg News.

Além da refeição de $5 “Your Way Meal”, a cadeia Burger King está testando duas outras plataformas de valor que poderiam estar prontas na segunda metade do ano, segundo o relatório.

No início de maio, as franquias do McDonald’s nos EUA estavam considerando lançar uma refeição de $5, disse uma fonte familiarizada com o assunto à Reuters.

Outras cadeias de hambúrgueres também estão intensificando suas promoções, com o Wendy’s anunciando uma refeição de café da manhã de $3 no início desta semana.

O McDonald’s não atingiu as estimativas de lucro pela primeira vez em dois anos no último trimestre, com a empresa dizendo que os consumidores estão se tornando “mais exigentes com cada dólar que gastam.”

Em contraste, a rival Restaurant Brands superou as expectativas de Wall Street para os resultados trimestrais, impulsionada por uma recuperação na demanda em suas lojas Burger King.

Elon Musk se encontra com o segundo maior oficial da China em Pequim

0

O CEO da Tesla, Elon Musk, encontrou-se com o segundo oficial mais importante da China, em uma visita não anunciada a Pequim.

A reunião de Musk com o Premier chinês Li Qiang ocorreu enquanto montadoras chinesas promoviam seus mais recentes veículos elétricos no Salão do Automóvel de Pequim, que acontece de 25 de abril a 5 de maio.

Durante o encontro no domingo, Li expressou a Musk sua esperança de que os Estados Unidos se envolvam com a China em uma cooperação “ganha-ganha”, citando as operações da Tesla na China como um exemplo de sucesso dessa colaboração, segundo a mídia estatal chinesa.

“O vasto mercado da China estará sempre aberto a empresas com financiamento estrangeiro”, afirmou Li.

“China manterá sua palavra e continuará trabalhando arduamente para expandir o acesso ao mercado e fortalecer as garantias de serviço”, completou.

Musk, por sua vez, postou em X que se sentia “honrado” por encontrar-se com o segundo maior oficial do país.

“Nos conhecemos há muitos anos, desde os primeiros dias em Xangai”, disse Musk.

A visita de Musk não foi anunciada previamente e não está claro se sua agenda poderia incluir uma visita ao Salão do Automóvel de Pequim, onde as montadoras chinesas estão apresentando veículos elétricos que competem diretamente com os modelos da Tesla.

A viagem do bilionário ocorre pouco mais de uma semana depois de ele ter cancelado uma visita agendada à Índia para encontrar-se com o Primeiro Ministro Narendra Modi devido a “obrigações muito pesadas com a Tesla”.

A Tesla opera sua maior planta de fabricação fora dos EUA em Xangai, onde cerca de metade de seus veículos são produzidos.

O fabricante de carros elétricos tem enfrentado vendas lentas, em parte devido à forte concorrência de marcas chinesas.

As entregas de veículos da Tesla caíram 8,5% no primeiro trimestre, contribuindo para uma queda de 40% no preço de suas ações desde julho.

A empresa reportou na semana passada lucros de $1.1 bilhão no primeiro trimestre, uma queda em relação aos $2.51 bilhões do ano anterior.

No início deste mês, Musk informou aos funcionários em um memorando que a empresa demitiria mais de 10% de sua força de trabalho global para que pudesse ser “enxuta, inovadora e ávida pela próxima fase de crescimento”.

O gigante automotivo chinês BYD destronou a Tesla como a maior fabricante de veículos elétricos do mundo nos últimos três meses de 2023, embora a empresa com sede em Austin, Texas, tenha recuperado o título no primeiro trimestre deste ano.

Musk fez várias viagens à China nos últimos anos, concluindo sua visita mais recente em junho do ano passado.

Apple começa a montar o iPhone 15 de 6.1 polegadas no Brasil iPhone 15 agora montado no Brasil

0

Conforme observado pelo blog brasileiro MacMagazine, a Apple parece estar enviando unidades do iPhone 15 montadas no Brasil. A empresa não confirmou a notícia e não há evidência explícita disso no site da Apple. No entanto, a loja online da Apple no Brasil dá aos clientes uma dica de qual modelo eles estão adquirindo.

Ao verificar a URL da página de finalização da compra para o iPhone 15, os clientes agora notarão o número de peça terminando com “BR/A”, que é usado para identificar produtos da Apple montados no Brasil. A maioria dos produtos é identificada com “BE/A” ou “BZ/A” para indicar que foram importados para serem vendidos no país.

Curiosamente, a Apple mais uma vez optou por montar apenas o modelo de iPhone de 6.1 polegadas no Brasil. O iPhone 15 Plus e ambos os modelos Pro vendidos no país ainda são importados da China. Isso pode ser devido ao modelo de entrada provavelmente ser o mais popular no Brasil, dada a alta dos preços do iPhone no país sul-americano.

O Brasil impõe altos impostos sobre produtos importados. Por esse motivo, algumas empresas investem em montar seus produtos no Brasil, pois isso concede uma redução nos impostos para vender esses produtos. O iPhone 15 de 128GB foi lançado por R$7.299 (cerca de $1.460) no Brasil, mas agora pode ser encontrado por até R$5.399 (aproximadamente $1.080) em certas lojas de varejo.

Apple diversificando sua cadeia de montagem
Embora montar iPhones no Brasil beneficie os clientes brasileiros, isso também beneficia a Apple – e não apenas pela oportunidade de vender mais iPhones. Ter instalações de montagem em outras regiões permite que a Apple dependa menos da China e pode ajudar a empresa a evitar escassez de suprimentos no mercado local.

Além do Brasil, a Apple também tem investido em suas instalações de montagem na Índia e no Vietnã. No ano passado, os clientes indianos puderam comprar modelos do iPhone 15 montados na Índia no primeiro dia de vendas.