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Reguladores Mobilizam Apoio Financeiro para a China Vanke Diante de Preocupações com Liquidez

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Reguladores chineses supostamente reuniram-se com instituições financeiras para abordar os desafios enfrentados pela incorporadora estatal China Vanke.

De acordo com duas fontes familiarizadas com o assunto, os reguladores instaram grandes bancos a aumentar o suporte financeiro enquanto incentivavam os detentores de dívidas privadas a considerar extensões de maturidade.

Essas discussões ocorrem em meio a crescentes preocupações sobre a liquidez da Vanke, levando os reguladores a coordenar esforços para apoiar a empresa.

As fontes, que falaram sob condição de anonimato devido à sensibilidade do problema, enfatizaram a urgência de progresso sem especificar o cronograma desses pedidos.

Uma das fontes revelou: “Bancos para garantir o financiamento da Vanke, seguradoras para estender as maturidades da dívida privada, (cada parte) para garantir o pagamento dos títulos públicos.”

No entanto, a China Vanke recusou-se a comentar o assunto. Pedidos de comentários à Administração Nacional de Regulação Financeira e ao Gabinete de Informações do Conselho de Estado, responsável por inquéritos da mídia, permaneceram sem resposta.

Relatórios indicam que investidores têm despejado ações e títulos da Vanke nas últimas semanas devido a preocupações com liquidez.

A desenvolvedora, antes percebida como financeiramente estável, buscou extensões de maturidade da dívida com algumas seguradoras, agravando ainda mais o estresse do mercado.

As exigências de reembolso apertadas por parte de certos bancos comerciais nacionais aumentaram a tensão financeira da Vanke, segundo outra fonte familiarizada com a situação.

O último trimestre do ano passado viu um declínio significativo nos novos empréstimos bancários emitidos para a Vanke, despencando mais da metade em comparação com o mesmo período no ano anterior.

Seguradoras, incluindo a Taikang Insurance, a estatal PICC Property and Casualty e a New China Life Insurance, supostamente receberam pedidos da Vanke para extensões de dívida.

A apreensão sobre a saúde financeira da Vanke surge em meio a uma série de inadimplências por desenvolvedores proeminentes, como o China Evergrande Group e o Country Garden, desde o mergulho do setor imobiliário em uma crise de dívida em 2021.

Especialistas alertam que a Vanke é uma das poucas desenvolvedoras com classificações de crédito de grau de investimento, então quaisquer problemas com pagamentos podem danificar ainda mais a confiança dos investidores.

Em resposta às crescentes preocupações, a Vanke tranquilizou os stakeholders ao divulgar em um arquivo na sexta-feira que havia depositado os fundos necessários para pagar notas de dólar dos EUA de $630 milhões com vencimento na segunda-feira.

Esse movimento visa aliviar as ansiedades em torno das obrigações financeiras imediatas da Vanke. No entanto, os desafios mais amplos enfrentados pela empresa sublinham as complexidades que o setor imobiliário da China enfrenta enquanto lida com crescentes pressões de dívida.

O poder dos dobráveis: Samsung se aproxima da Apple no mercado americano

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Com o recente lançamento dos modelos Galaxy Z Fold 7 e Z Flip 7, a Samsung Electronics está diminuindo rapidamente a distância para a Apple em participação de mercado nos Estados Unidos. Analistas apontam que a Apple, sentindo a pressão da concorrência no mercado de celulares dobráveis, deve finalmente lançar seu primeiro modelo do gênero no próximo ano, acirrando a disputa por inovação no formato dos smartphones.

Samsung em ascensão no mercado americano

De acordo com dados da empresa de pesquisa de mercado Canalys, divulgados pela CNBC em 17 de agosto (horário local), a participação de mercado da Samsung nos EUA atingiu 31% no segundo trimestre. Este número representa um aumento significativo em comparação com os 23% registrados no mesmo período do ano anterior. Em contrapartida, a Apple viu sua participação cair de 56% para 49% no mesmo período, mostrando um claro contraste no desempenho das duas gigantes da tecnologia.

A vantagem estratégica da Samsung

A CNBC analisa que, embora a estratégia em resposta às tarifas do governo Trump tenha influenciado inicialmente, a “vantagem comparativa” da Samsung nos formatos dobráveis (form factors) e sua diversificada linha de produtos foram os principais contribuintes para este crescimento. A Samsung oferece um portfólio que atende a todos os públicos, desde modelos de entrada até os de luxo. A Canalys destaca que a linha de produtos da empresa, incluindo as séries Galaxy e Z, abrange uma vasta gama de preços, de US$ 650 a US$ 2.400, permitindo que a marca atinja consumidores em todos os segmentos de mercado.

Um déjà vu de 2014

A CNBC aponta que a dinâmica atual pode ser uma repetição do que aconteceu em 2014. Naquela época, os consumidores começaram a preferir telas maiores para assistir a vídeos, e a Samsung respondeu rapidamente com smartphones de tela grande. A Apple, por outro lado, ignorou essa tendência até o modelo iPhone 5S. Finalmente, no outono de 2014, a Apple cedeu à mudança do mercado e lançou o iPhone 6, com uma tela maior. Embora tardia, a Apple conseguiu manter sua liderança de mercado na ocasião. Hoje, a tecnologia dos dobráveis, que antes gerava desconfiança por problemas de durabilidade, amadureceu e ganhou a confiança do consumidor, com o novo Galaxy Z Fold 7 recebendo elogios por ser mais fino e leve.

A esperada resposta da Apple com um iPhone dobrável

Dez anos depois do embate das telas grandes, com o mercado de smartphones dobráveis de ponta se consolidando, analistas preveem que a Apple adotará uma abordagem mais proativa. A expectativa é que a empresa apresente um iPhone mais fino no próximo mês e, no ano que vem, finalmente entre na briga dos dobráveis para conter o avanço da Samsung.

Samik Chatterjee, analista do JP Morgan Chase, afirmou em um relatório recente que o upgrade do iPhone 17, esperado para este outono, deve ser limitado, e que o foco dos investidores já está nos produtos de 2026. “É muito provável que a Apple revele seu primeiro produto dobrável em setembro do próximo ano, como parte da linha do iPhone 18”, projetou Chatterjee.

Em entrevista à CNBC, o analista explicou a estratégia da empresa: “A Apple tende a adotar tecnologias apenas quando julga que estão maduras e que os obstáculos foram superados. O iPhone dobrável provavelmente surgirá seguindo essa mesma lógica”.

Desempenho do Índice Small Cap (SMLL) na B3

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O Índice Small Cap (SMLL), que mede o desempenho das empresas de menor capitalização listadas na B3, apresentou uma queda de 0,91% no pregão mais recente. O indicador encerrou o dia em 1.846 pontos, abaixo do fechamento anterior de 1.863 pontos. Durante a sessão, a mínima registrada foi de 1.831 pontos, enquanto a máxima alcançou 1.864 pontos.

Desde o início de fevereiro, o SMLL acumula uma desvalorização de 1,36%. No entanto, no acumulado de 2025, o índice ainda registra uma alta de 4,65%. Nos últimos 12 meses, a queda é mais expressiva, com um recuo de 15,14%.

Critérios para composição do índice

O SMLL é formado por ações e units de empresas que possuem menor valor de mercado na B3. Para integrar o índice, os ativos precisam estar fora da lista dos 85% de maior capitalização da bolsa, mas ainda assim figurar entre os 99% mais negociados no mercado.

Além disso, há critérios rigorosos de liquidez. Para permanecer no SMLL, um ativo deve ter presença em pelo menos 95% dos pregões nos três portfólios anteriores do índice. Empresas classificadas como “penny stocks”, ou seja, aquelas cujas ações são negociadas abaixo de R$ 1, ficam automaticamente excluídas do índice.

Características do SMLL

O SMLL é um índice de retorno total, o que significa que ele não apenas acompanha a valorização dos ativos que o compõem, mas também reflete o impacto da distribuição de proventos feita pelas empresas emissoras. Dessa forma, ele busca fornecer um panorama mais amplo sobre o desempenho dos ativos de menor capitalização na B3.

Apesar das recentes oscilações, o índice continua sendo um importante termômetro para investidores que desejam acompanhar o comportamento das empresas de menor porte no mercado financeiro brasileiro.