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Meta passa a usar dados de usuários no treinamento de IA: veja como proteger suas informações

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A partir desta terça-feira, a Meta começa a treinar sua inteligência artificial generativa, a “Meta AI”, utilizando dados públicos de usuários do Facebook, Instagram e WhatsApp. A mudança preocupa especialistas e defensores da privacidade, já que a empresa não solicita o consentimento direto dos usuários — é preciso manifestar oposição de forma ativa.

Segundo a Meta, as informações utilizadas incluem dados de perfil, postagens, fotos, vídeos, comentários e curtidas feitas em conteúdos públicos. De acordo com a empresa, mensagens privadas ou conteúdos compartilhados em grupos protegidos não estão incluídos nesse processo. No entanto, para a maioria dos usuários, isso significa que boa parte de suas interações nas redes sociais pode ser usada como material de treinamento para a IA, mesmo sem permissão explícita.

O especialista do portal CHIP, Michael Humpa, alerta: “Se você usa Facebook, Instagram ou WhatsApp, seus dados públicos poderão ser utilizados no treinamento da IA da Meta, a não ser que você se oponha formalmente.” E esse é justamente o ponto mais crítico: o formulário para se opor à prática está escondido em locais de difícil acesso nas plataformas da empresa, dificultando o processo de recusa.

Fundamento jurídico contestado

A Meta baseia-se no chamado “interesse legítimo” para justificar essa coleta de dados. Trata-se de uma base jurídica prevista no Regulamento Geral sobre a Proteção de Dados (GDPR) da União Europeia. Com isso, a empresa afirma não precisar de consentimento explícito do usuário — se a pessoa não se opõe, entende-se que ela aceita automaticamente.

A polêmica levou a organização de defesa do consumidor da Renânia do Norte-Vestfália (Verbraucherzentrale NRW) a entrar com uma ação judicial contra a Meta. Apesar da queixa, o tribunal de Colônia, em decisão liminar, não identificou violação da legislação europeia, o que permitiu à empresa seguir com seus planos.

Contudo, especialistas reforçam que usuários ainda podem agir. Ao acessar os canais corretos e preencher o formulário de oposição, é possível impedir o uso futuro de seus dados. Vale lembrar que, caso essa recusa seja feita após o dia 27 de maio, os dados compartilhados publicamente até essa data já poderão ter sido utilizados pela IA da Meta.

Nevada tem uma das maiores porcentagens de trabalhadores que recebem gorjetas nos Estados Unidos

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A Casa Branca e o Departamento do Tesouro não responderam a perguntas sobre quantos moradores de Nevada deduziram suas gorjetas ou qual o valor de seus reembolsos. Mas em Las Vegas, o Secretário do Tesouro, Scott Bessent, afirmou que mais de 6 milhões de americanos solicitaram dedução fiscal com base nessa política.

Um número ainda maior de americanos solicitou deduções com base em outros novos cortes de impostos, como a regra de “isenção de imposto sobre horas extras” implementada no verão passado, de acordo com o Tesouro. Uma análise da Upgraded Points com base em dados da Receita Federal (IRS) feita antes do encerramento do prazo para declaração de imposto de renda sugeriu que os moradores de Nevada receberiam alguns dos maiores reembolsos do país.

Trump vinculou o futuro de suas políticas tributárias às eleições de meio de mandato deste ano, embora não tenha mencionado a candidatura à reeleição do governador Joe Lombardo (republicano), após tê-lo apoiado no outono passado.

“Precisamos vencer as eleições de meio de mandato”, disse Trump. “Se não vencermos, essas políticas serão revogadas.”

O presidente do Partido Republicano, Michael McDonald, disse ao The Indy que a visita do presidente também incluiu uma reunião com Lombardo, que, segundo McDonald, “também tem a visão do povo”. Enquanto isso, os democratas de Nevada planejaram coletivas de imprensa e comícios para contrapor a visita do presidente.

Minério de ferro registra forte queda na China após frustração com falta de novos estímulos

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Os preços dos contratos futuros de minério de ferro negociados na Bolsa de Dalian despencaram nesta quarta-feira, refletindo a decepção dos investidores diante da ausência de novas medidas fiscais do governo chinês, após a divulgação de um amplo pacote de estímulos. A falta de novidades esfriou o otimismo do mercado e resultou em um movimento de venda expressivo.

O contrato mais negociado, com vencimento em janeiro, encerrou o dia em queda de 3,6%, sendo cotado a 777,5 iuanes por tonelada (cerca de 110,12 dólares), depois de chegar a recuar mais de 4% no início do pregão. Já na Bolsa de Cingapura, o minério de ferro para entrega em novembro teve leve alta de 0,2%, atingindo 105,2 dólares por tonelada.

Analistas do banco ANZ destacaram que os contratos futuros de metais sofreram pressão após Pequim optar por não anunciar medidas adicionais para impulsionar a economia do país. A expectativa do mercado era que uma coletiva de imprensa promovida pelo órgão responsável pelo planejamento econômico da China trouxesse informações detalhadas sobre incentivos fiscais solicitados pelo Politburo. No entanto, o governo apenas reforçou a intenção de incentivar os investimentos, sem apresentar novos estímulos concretos.

Segundo avaliação dos especialistas do Westpac, a queda dos preços foi influenciada por expectativas excessivamente altas em relação ao pacote de estímulos do governo chinês. O anúncio não atendeu ao que parte dos investidores esperava, levando ao recuo das cotações.

Na terça-feira, o governo da China afirmou estar “totalmente confiante” no cumprimento da meta de crescimento estabelecida para o ano, mas não anunciou políticas fiscais mais agressivas. Essa postura acabou frustrando agentes do mercado financeiro, que apostavam em medidas mais robustas de apoio para reaquecer a economia e estimular setores estratégicos, como a construção civil e a siderurgia.

O cenário indica que, apesar dos esforços já feitos para apoiar a atividade econômica, o governo chinês mantém cautela na adoção de novas ações, o que pode continuar influenciando o comportamento dos preços do minério de ferro e de outros metais no mercado internacional.

O poder dos dobráveis: Samsung se aproxima da Apple no mercado americano

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Com o recente lançamento dos modelos Galaxy Z Fold 7 e Z Flip 7, a Samsung Electronics está diminuindo rapidamente a distância para a Apple em participação de mercado nos Estados Unidos. Analistas apontam que a Apple, sentindo a pressão da concorrência no mercado de celulares dobráveis, deve finalmente lançar seu primeiro modelo do gênero no próximo ano, acirrando a disputa por inovação no formato dos smartphones.

Samsung em ascensão no mercado americano

De acordo com dados da empresa de pesquisa de mercado Canalys, divulgados pela CNBC em 17 de agosto (horário local), a participação de mercado da Samsung nos EUA atingiu 31% no segundo trimestre. Este número representa um aumento significativo em comparação com os 23% registrados no mesmo período do ano anterior. Em contrapartida, a Apple viu sua participação cair de 56% para 49% no mesmo período, mostrando um claro contraste no desempenho das duas gigantes da tecnologia.

A vantagem estratégica da Samsung

A CNBC analisa que, embora a estratégia em resposta às tarifas do governo Trump tenha influenciado inicialmente, a “vantagem comparativa” da Samsung nos formatos dobráveis (form factors) e sua diversificada linha de produtos foram os principais contribuintes para este crescimento. A Samsung oferece um portfólio que atende a todos os públicos, desde modelos de entrada até os de luxo. A Canalys destaca que a linha de produtos da empresa, incluindo as séries Galaxy e Z, abrange uma vasta gama de preços, de US$ 650 a US$ 2.400, permitindo que a marca atinja consumidores em todos os segmentos de mercado.

Um déjà vu de 2014

A CNBC aponta que a dinâmica atual pode ser uma repetição do que aconteceu em 2014. Naquela época, os consumidores começaram a preferir telas maiores para assistir a vídeos, e a Samsung respondeu rapidamente com smartphones de tela grande. A Apple, por outro lado, ignorou essa tendência até o modelo iPhone 5S. Finalmente, no outono de 2014, a Apple cedeu à mudança do mercado e lançou o iPhone 6, com uma tela maior. Embora tardia, a Apple conseguiu manter sua liderança de mercado na ocasião. Hoje, a tecnologia dos dobráveis, que antes gerava desconfiança por problemas de durabilidade, amadureceu e ganhou a confiança do consumidor, com o novo Galaxy Z Fold 7 recebendo elogios por ser mais fino e leve.

A esperada resposta da Apple com um iPhone dobrável

Dez anos depois do embate das telas grandes, com o mercado de smartphones dobráveis de ponta se consolidando, analistas preveem que a Apple adotará uma abordagem mais proativa. A expectativa é que a empresa apresente um iPhone mais fino no próximo mês e, no ano que vem, finalmente entre na briga dos dobráveis para conter o avanço da Samsung.

Samik Chatterjee, analista do JP Morgan Chase, afirmou em um relatório recente que o upgrade do iPhone 17, esperado para este outono, deve ser limitado, e que o foco dos investidores já está nos produtos de 2026. “É muito provável que a Apple revele seu primeiro produto dobrável em setembro do próximo ano, como parte da linha do iPhone 18”, projetou Chatterjee.

Em entrevista à CNBC, o analista explicou a estratégia da empresa: “A Apple tende a adotar tecnologias apenas quando julga que estão maduras e que os obstáculos foram superados. O iPhone dobrável provavelmente surgirá seguindo essa mesma lógica”.

Fusão da Paramount é o Mais Novo Troféu para o Negociador da RedBird, Cardinale

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O acordo de David Ellison para adquirir a Paramount Global deve muito às habilidades de negociação do investidor Gerry Cardinale, seu parceiro no negócio.

O ex-banqueiro do Goldman Sachs Group Inc. ajudou a liderar as negociações entre a Skydance Media de Ellison, o conselho da Paramount e seus acionistas majoritários, a família Redstone, resultando no anúncio da fusão no domingo. Ellison, um produtor de cinema de 41 anos, está prestes a assumir o controle do gigante da mídia que possui a rede de TV CBS e o estúdio de cinema Paramount Pictures.

Não foi fácil. As negociações se estenderam por meses. Para fechar um acordo, Ellison, Cardinale e o pai de Ellison, Larry Ellison, cofundador da Oracle Corp., aumentaram a quantia de dinheiro que estavam dispostos a investir no negócio em vários bilhões de dólares. No final, eles venceram outros licitantes, incluindo a Apollo Global Management Inc. Embora os termos tenham mudado ao longo das negociações, a estrutura básica permaneceu a mesma, disse Cardinale, de 56 anos, em uma entrevista na segunda-feira.

A RedBird Capital Partners, empresa de Cardinale, será o segundo maior investidor na nova Paramount após os Ellisons, fornecendo US$ 1,8 bilhão dos mais de US$ 8 bilhões em dinheiro que o grupo está contribuindo. É o maior investimento da RedBird até hoje.

Em uma entrevista separada, Ellison disse que Cardinale e Andy Gordon, outro ex-aluno do Goldman que trabalha na RedBird, foram “absolutamente essenciais neste acordo.” A RedBird investiu pela primeira vez na Skydance há quatro anos. Desde então, negócios como a divisão de esportes da Skydance e uma parceria para produzir filmes e programas de TV para a NFL surgiram como resultado.

“Eles têm sido parceiros notáveis desde o primeiro dia”, disse Ellison.

As sementes da ascensão de Cardinale ao topo das fusões e aquisições de mídia foram plantadas em 2001 com seu primeiro grande negócio de TV no Goldman. Então com 33 anos, o banqueiro ajudou a criar a rede regional de esportes Yes com os proprietários dos Yankees e dos New Jersey Nets, colocando os jogos dos dois times em um único canal de TV a cabo.

O Goldman acabou investindo US$ 335 milhões por uma participação de 40% na rede. O negócio foi vendido para a News Corp. de Rupert Murdoch em 2013 por cerca de US$ 4 bilhões.

“Esse modelo não mudou”, disse Cardinale ao podcast The Deal da Bloomberg no início deste ano. “Se você começar com uma grande propriedade intelectual, será capaz de navegar pela ciclicidade e volatilidade” causadas pelas mudanças na tecnologia, disse ele.

A RedBird fez parte de um grupo, incluindo a Amazon.com. Inc., que comprou a rede Yes em 2019, com planos de reposicioná-la para a era do streaming e, nas palavras de Cardinale, “ser um líder em um novo modelo.”

Vinte Anos
Cardinale passou 20 anos no Goldman, onde finalmente liderou o grupo de private equity do banco de investimentos, desenvolvendo uma especialidade em trabalhar com proprietários de empresas familiares e empreendedores.

Ele fundou a RedBird há 10 anos. A empresa administra US$ 10 bilhões em investimentos e já realizou uma série de negócios. Em 2021, a empresa investiu no Fenway Sports Group, proprietário do Boston Red Sox, com uma avaliação de US$ 7,35 bilhões. Meses depois, o Fenway adquiriu o controle do Pittsburgh Penguins.

A RedBird comprou o time de futebol AC Milan em 2022 por US$ 1,2 bilhão. No ano seguinte, o clube reportou seu primeiro lucro em 17 anos.

A RedBird IMI, uma joint venture com a International Media Investments de Abu Dhabi, adquiriu a produtora independente de filmes e TV All3Media Ltd. no início deste ano por US$ 1,47 bilhão.

Ao longo do caminho, a RedBird se tornou um lar para executivos de mídia que saíram de negócios maiores. O ex-CEO da CNN, Jeff Zucker, que deixou o gigante das notícias a cabo após revelar um caso com um funcionário, agora lidera a RedBird IMI. A aquisição planejada da empresa do Telegraph do Reino Unido

Quanto Rende R$ 1 Milhão com Selic a 10,75% ao Ano em Investimentos a 100% do CDI?

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Com a reunião do Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central prevista para a próxima quarta-feira (18), o mercado aguarda com expectativa uma nova decisão sobre a taxa de juros Selic. A aposta predominante é de um aumento, com uma possível elevação de 0,25 ponto percentual, que elevaria a taxa dos atuais 10,50% para 10,75% ao ano.

Caso essa alta seja confirmada, investimentos em renda fixa, que já atraem muitos investidores, se tornarão ainda mais vantajosos. Aplicações como o Tesouro Selic, Certificados de Depósito Bancário (CDBs) e Letras de Crédito Imobiliário (LCI) e do Agronegócio (LCA), todos indexados ao CDI, devem oferecer rentabilidades mais atrativas.

Quanto Rende R$ 1 Milhão em LCI e LCA a 85% do CDI com Selic a 10,75%

As LCI e LCA possuem uma vantagem fiscal por serem isentas de Imposto de Renda. Para que essas aplicações ofereçam um rendimento competitivo com um CDB a 100% do CDI, elas precisam remunerar aproximadamente 85% do CDI.

Considerando uma LCI ou LCA com essa taxa de retorno e com a Selic a 10,75% ao ano, o investimento de R$ 1 milhão pode atingir um valor líquido de R$ 1.188.427 ao final de dois anos.

Quanto Rende R$ 1 Milhão no Tesouro Selic com Selic a 10,75%

O Tesouro Selic, que é atrelado à taxa básica de juros, também se apresenta como uma opção segura para quem busca rendimento competitivo. No entanto, ele tende a ter um retorno ligeiramente inferior ao de investimentos em renda fixa que pagam 100% do CDI.

Em um cenário de Selic a 10,75% ao ano, um investimento de R$ 1 milhão no Tesouro Selic poderia alcançar R$ 1.185.900 após dois anos, ficando atrás apenas da poupança em termos de retorno.

Quanto Rende R$ 1 Milhão na Poupança com Selic a 10,75%

Com a Selic acima de 8,5% ao ano, como é o caso atual, a rentabilidade da poupança é fixada em 0,5% ao mês, o que representa uma taxa anual de aproximadamente 6,17%, além da variação da Taxa Referencial (TR).

Dessa forma, ao final de dois anos, um investimento de R$ 1 milhão na poupança renderia cerca de R$ 1.143.854, ficando consideravelmente abaixo das outras opções de renda fixa.

Com a perspectiva de aumento da Selic, os investidores que buscam segurança e rentabilidade devem considerar opções como o Tesouro Selic e CDBs indexados ao CDI, que prometem uma performance superior à poupança e são opções interessantes para a preservação do patrimônio

Reguladores Mobilizam Apoio Financeiro para a China Vanke Diante de Preocupações com Liquidez

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Reguladores chineses supostamente reuniram-se com instituições financeiras para abordar os desafios enfrentados pela incorporadora estatal China Vanke.

De acordo com duas fontes familiarizadas com o assunto, os reguladores instaram grandes bancos a aumentar o suporte financeiro enquanto incentivavam os detentores de dívidas privadas a considerar extensões de maturidade.

Essas discussões ocorrem em meio a crescentes preocupações sobre a liquidez da Vanke, levando os reguladores a coordenar esforços para apoiar a empresa.

As fontes, que falaram sob condição de anonimato devido à sensibilidade do problema, enfatizaram a urgência de progresso sem especificar o cronograma desses pedidos.

Uma das fontes revelou: “Bancos para garantir o financiamento da Vanke, seguradoras para estender as maturidades da dívida privada, (cada parte) para garantir o pagamento dos títulos públicos.”

No entanto, a China Vanke recusou-se a comentar o assunto. Pedidos de comentários à Administração Nacional de Regulação Financeira e ao Gabinete de Informações do Conselho de Estado, responsável por inquéritos da mídia, permaneceram sem resposta.

Relatórios indicam que investidores têm despejado ações e títulos da Vanke nas últimas semanas devido a preocupações com liquidez.

A desenvolvedora, antes percebida como financeiramente estável, buscou extensões de maturidade da dívida com algumas seguradoras, agravando ainda mais o estresse do mercado.

As exigências de reembolso apertadas por parte de certos bancos comerciais nacionais aumentaram a tensão financeira da Vanke, segundo outra fonte familiarizada com a situação.

O último trimestre do ano passado viu um declínio significativo nos novos empréstimos bancários emitidos para a Vanke, despencando mais da metade em comparação com o mesmo período no ano anterior.

Seguradoras, incluindo a Taikang Insurance, a estatal PICC Property and Casualty e a New China Life Insurance, supostamente receberam pedidos da Vanke para extensões de dívida.

A apreensão sobre a saúde financeira da Vanke surge em meio a uma série de inadimplências por desenvolvedores proeminentes, como o China Evergrande Group e o Country Garden, desde o mergulho do setor imobiliário em uma crise de dívida em 2021.

Especialistas alertam que a Vanke é uma das poucas desenvolvedoras com classificações de crédito de grau de investimento, então quaisquer problemas com pagamentos podem danificar ainda mais a confiança dos investidores.

Em resposta às crescentes preocupações, a Vanke tranquilizou os stakeholders ao divulgar em um arquivo na sexta-feira que havia depositado os fundos necessários para pagar notas de dólar dos EUA de $630 milhões com vencimento na segunda-feira.

Esse movimento visa aliviar as ansiedades em torno das obrigações financeiras imediatas da Vanke. No entanto, os desafios mais amplos enfrentados pela empresa sublinham as complexidades que o setor imobiliário da China enfrenta enquanto lida com crescentes pressões de dívida.

CSN Mineração: Perspectivas de Crescimento e Desafios Atuais

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A CSN Mineração, atualmente a segunda maior exportadora de minério de ferro do Brasil, possui uma impressionante reserva de aproximadamente 3 bilhões de toneladas, conforme os critérios do Joint Ore Reserves Committee. Esta posição de destaque no setor reforça a importância estratégica da empresa para o mercado de mineração brasileiro e mundial.

Controlada pela Companhia Siderúrgica Nacional (CSN), a CSN Mineração administra duas importantes minas: Namisa e Casa de Pedra. A última é conhecida pela alta qualidade do minério de ferro extraído, considerado um dos melhores na região produtora. Essa qualidade é um fator chave que impulsiona a competitividade da empresa no cenário internacional.

Antes de sua oferta pública inicial (IPO), a CSN detinha quase 90% de participação na CSN Mineração. O restante estava nas mãos de um consórcio asiático. Durante o IPO, além da própria CSN, dois sócios asiáticos – a Posco e a Japão Brasil Minério de Ferro Participações (JBMF) – também venderam parte de suas participações, mas mantiveram-se como acionistas da companhia. Após a conclusão do IPO, a CSN passou a deter cerca de 77% da sua unidade de mineração.

A venda de parte dessa unidade foi uma medida estratégica para angariar recursos, com o objetivo principal de reduzir o endividamento da companhia, que já era significativo. A captação desses recursos, além de ajudar a equilibrar as finanças, visa também possibilitar a execução de diversos projetos de crescimento.

Entre os projetos em destaque estão o Itabirito P15 e os Projetos de Recuperação de Rejeitos das Barragens Pires e Casa de Pedra. Esses empreendimentos têm grande importância para o futuro da empresa, tanto em termos de sustentabilidade quanto em expansão de capacidade produtiva.

A projeção da CSN Mineração é ambiciosa. A empresa pretende aumentar sua capacidade de produção para 103 milhões de toneladas de minério de ferro por ano até 2033. Para alcançar esse objetivo, estima-se um investimento total de R$22,7 bilhões. Atualmente, a produção anual da companhia gira em torno de 33 milhões de toneladas, o que indica a magnitude do crescimento planejado.

Esse aumento considerável na produção não só fortalecerá a posição da CSN Mineração no mercado global, mas também poderá proporcionar novos patamares de rentabilidade e competitividade. Contudo, os desafios financeiros e operacionais que acompanham esse nível de investimento são significativos, exigindo um planejamento cuidadoso e uma execução precisa para garantir que a empresa alcance suas metas sem comprometer sua saúde financeira.

Em um setor caracterizado por volatilidade nos preços das commodities e incertezas regulatórias, a capacidade de adaptação e inovação será crucial para que a CSN Mineração continue a prosperar e liderar o mercado nos próximos anos.

Perspectivas para o Futuro

O futuro da CSN Mineração parece promissor, especialmente com as projeções de crescimento e os projetos em andamento. A execução bem-sucedida dessas iniciativas colocará a empresa em uma posição ainda mais dominante no mercado global de mineração, consolidando sua relevância econômica e estratégica para o Brasil e seus parceiros internacionais.

Entretanto, a gestão eficiente do endividamento e a implementação dos projetos de forma sustentável serão fatores determinantes para o sucesso a longo prazo. Com uma sólida base de recursos e um planejamento ambicioso, a CSN Mineração tem potencial para continuar crescendo e se destacando no cenário internacional, desde que consiga navegar pelos desafios que o setor impõe.

Essa trajetória de expansão e consolidação da empresa reforça sua importância no setor de mineração, além de contribuir significativamente para a economia brasileira como um todo.

Marcopolo: Uma Trajetória de Sucesso na Indústria de Ônibus

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A Marcopolo S.A., uma das maiores fabricantes de ônibus e micro-ônibus do mundo, consolidou sua posição no mercado global ao longo de mais de sete décadas. Com um portfólio diversificado que inclui veículos para transporte urbano e rodoviário, além de modelos especiais como ônibus escolares e turísticos, a empresa é referência no setor automotivo.

Início Humilde e Primeiros Passos

Fundada em 6 de agosto de 1949 na cidade de Caxias do Sul (RS), a Marcopolo começou como Nicola & Cia. Ltda., reunindo oito sócios e quinze funcionários. Inicialmente, a produção era artesanal, com carrocerias de ônibus feitas de madeira. Apenas em 1952 foi lançada a primeira carroceria de aço, um marco importante na modernização da empresa.

Expansão e Primeiros Mercados Externos

A década de 1960 foi fundamental para a expansão da Marcopolo. Em 1961, a empresa realizou sua primeira exportação para o Uruguai. Sete anos depois, em 1968, foi lançado o primeiro modelo com a marca Marcopolo, nome que se tornaria oficial em 1971. Nesse mesmo ano, a companhia assinou seu primeiro contrato internacional de transferência de tecnologia com a Ensamblaje Superior C.A., da Venezuela, para fornecimento de carrocerias em CKD (Completely Knocked Down).

Inovação e Desenvolvimento

Durante os anos 1980, a Marcopolo diversificou ainda mais seu portfólio, consolidando-se como uma líder no mercado de ônibus. Em 1988, a empresa criou a Fundação Marcopolo, voltada para iniciativas sociais e educacionais. Em 1991, inaugurou uma escola de formação profissional para capacitar novos talentos.

Outro marco importante foi a criação do primeiro ônibus brasileiro de dois andares em 1995, reforçando seu compromisso com inovação e excelência no transporte coletivo.

Internacionalização e Novos Negócios

Em 2005, foi fundado o Banco Moneo S.A., uma instituição financeira criada para facilitar o financiamento de produtos Marcopolo. No ano seguinte, a empresa deu um passo estratégico ao formar uma joint-venture com a Tata Motors, da Índia, fortalecendo ainda mais sua presença global.

Hoje, a Marcopolo opera fábricas nos cinco continentes e seus veículos estão presentes em mais de 100 países. Esse alcance global reflete seu compromisso contínuo com qualidade, inovação e atendimento às necessidades de mobilidade.

Presença no Mercado Financeiro

A Marcopolo está listada na bolsa de valores B3, com ações ordinárias (POMO3) e preferenciais (POMO4), além de sua presença no mercado fracionado (POMO3F e POMO4F), consolidando sua relevância no mercado financeiro brasileiro e internacional.

A história da Marcopolo é uma trajetória marcada por pioneirismo, inovação e uma visão estratégica voltada para o futuro. Com uma trajetória de mais de sete décadas, a empresa continua sendo um ícone na indústria automotiva, contribuindo para a mobilidade e o desenvolvimento econômico em escala global.

EZ Tec: Uma Referência no Mercado Imobiliário Brasileiro

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A Ez Tec é uma renomada empresa brasileira do setor de incorporação e construção, reconhecida por sua trajetória sólida e atuação integrada. Desde sua fundação em 1979, a companhia se destacou no mercado com mais de 130 empreendimentos lançados, abrangendo projetos residenciais e comerciais.

Atualmente, a Ez Tec está listada no segmento Novo Mercado da B3, representando um compromisso com os mais altos padrões de governança corporativa. Suas ações ordinárias (EZTC3) também estão disponíveis no mercado fracionado, permitindo maior acessibilidade aos investidores.

História de Sucesso

A história da Ez Tec começou com sua fundação como EZTEC Engenharia Ltda. pelos sócios Ernesto Zarzur, Flávio Ernesto Zarzur e Silvio Ernesto Zarzur. Durante os primeiros 20 anos de operação, a empresa lançou 19 empreendimentos, consolidando sua posição no mercado imobiliário.

Em 2005, a empresa expandiu suas operações ao criar a imobiliária TEC Vendas, aprimorando sua capacidade de comercialização de imóveis. No ano seguinte, foi fundada a Ez Tec S.A., marco que simboliza o crescimento e a modernização da companhia.

Compromisso com a Sustentabilidade

A Ez Tec não apenas se preocupa em entregar empreendimentos de qualidade, mas também adota práticas que minimizam os impactos ambientais de suas atividades. A empresa implementou o Programa de Gestão de Resíduos, que abrange desde a análise das melhores alternativas para destinação final de resíduos até o transporte, inventário e controle rigoroso. Essa iniciativa reforça o compromisso da Ez Tec com a sustentabilidade e o respeito ao meio ambiente.

Presença no Mercado

Com décadas de experiência, a Ez Tec mantém sua relevância no mercado imobiliário brasileiro. Sua atuação estratégica e modelo de negócios integrado a posicionam como uma das principais empresas do setor, refletindo solidez, inovação e responsabilidade social.

A trajetória da Ez Tec é um exemplo de como aliar crescimento corporativo à sustentabilidade, construindo um legado que contribui para o desenvolvimento urbano do Brasil.