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EuroChem inaugura complexo de fertilizantes de fosfato no Brasil

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A EuroChem anunciou a inauguração de sua nova instalação de produção de fertilizantes de fosfato em Serra do Salitre, no Estado de Minas Gerais, Brasil.

Com um investimento total de projeto de quase US$ 1 bilhão, a nova mina de fosfato e o complexo industrial foram construídos em tempo recorde e terão uma capacidade de produção anual de 1 milhão de toneladas de fertilizantes avançados de fosfato, aumentando significativamente a confiabilidade do fornecimento doméstico de fertilizantes de fosfato para os agricultores brasileiros.

A instalação oferece produção integrada de fertilizantes de fosfato de última geração, com baixo consumo de água, um circuito fechado de água e um sistema de geração de energia limpa que reutiliza seu próprio vapor e gera até 40% das necessidades energéticas de toda a instalação.

“O EuroChem tem uma longa e bem-sucedida história na América do Sul, um mercado chave de crescimento para nós, onde há uma alta demanda por nossos produtos”, disse Oleg Shiryaev, Presidente do Grupo EuroChem. “O lançamento de nossa nova instalação nos aproxima um passo de nossos clientes e nos permite fornecer aos agricultores brasileiros acesso a fertilizantes da mais alta qualidade por meio de nossa rede de distribuição bem estabelecida neste importante celeiro global. O EuroChem opera em uma base da mina para a fazenda, garantindo confiabilidade e qualidade em toda a cadeia de fornecimento de fertilizantes, desde a extração de matéria-prima até a produção e entrega ao consumidor final.”

Este movimento da EuroChem fortalece ainda mais a posição do Brasil como um dos principais produtores agrícolas do mundo, assegurando aos agricultores acesso a insumos essenciais para aumentar a produtividade e a sustentabilidade de suas culturas. Com a crescente demanda global por alimentos, a disponibilidade de fertilizantes de qualidade torna-se cada vez mais crítica, e a EuroChem está posicionada para desempenhar um papel vital na alimentação do futuro.

Além disso, a ênfase da empresa na sustentabilidade e na inovação tecnológica reflete um compromisso mais amplo com a preservação ambiental e o uso eficiente de recursos, alinhando-se com os esforços globais para promover uma agricultura mais verde e sustentável.

Com o lançamento deste complexo, a EuroChem não só consolida sua presença na América do Sul, mas também contribui para o fortalecimento da segurança alimentar global, fornecendo aos agricultores as ferramentas necessárias para enfrentar os desafios do século XXI. Este projeto é um testemunho do compromisso da empresa com a inovação, a excelência operacional e o suporte ao desenvolvimento agrícola em todo o mundo.

Meta passa a usar dados de usuários no treinamento de IA: veja como proteger suas informações

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A partir desta terça-feira, a Meta começa a treinar sua inteligência artificial generativa, a “Meta AI”, utilizando dados públicos de usuários do Facebook, Instagram e WhatsApp. A mudança preocupa especialistas e defensores da privacidade, já que a empresa não solicita o consentimento direto dos usuários — é preciso manifestar oposição de forma ativa.

Segundo a Meta, as informações utilizadas incluem dados de perfil, postagens, fotos, vídeos, comentários e curtidas feitas em conteúdos públicos. De acordo com a empresa, mensagens privadas ou conteúdos compartilhados em grupos protegidos não estão incluídos nesse processo. No entanto, para a maioria dos usuários, isso significa que boa parte de suas interações nas redes sociais pode ser usada como material de treinamento para a IA, mesmo sem permissão explícita.

O especialista do portal CHIP, Michael Humpa, alerta: “Se você usa Facebook, Instagram ou WhatsApp, seus dados públicos poderão ser utilizados no treinamento da IA da Meta, a não ser que você se oponha formalmente.” E esse é justamente o ponto mais crítico: o formulário para se opor à prática está escondido em locais de difícil acesso nas plataformas da empresa, dificultando o processo de recusa.

Fundamento jurídico contestado

A Meta baseia-se no chamado “interesse legítimo” para justificar essa coleta de dados. Trata-se de uma base jurídica prevista no Regulamento Geral sobre a Proteção de Dados (GDPR) da União Europeia. Com isso, a empresa afirma não precisar de consentimento explícito do usuário — se a pessoa não se opõe, entende-se que ela aceita automaticamente.

A polêmica levou a organização de defesa do consumidor da Renânia do Norte-Vestfália (Verbraucherzentrale NRW) a entrar com uma ação judicial contra a Meta. Apesar da queixa, o tribunal de Colônia, em decisão liminar, não identificou violação da legislação europeia, o que permitiu à empresa seguir com seus planos.

Contudo, especialistas reforçam que usuários ainda podem agir. Ao acessar os canais corretos e preencher o formulário de oposição, é possível impedir o uso futuro de seus dados. Vale lembrar que, caso essa recusa seja feita após o dia 27 de maio, os dados compartilhados publicamente até essa data já poderão ter sido utilizados pela IA da Meta.

Minério de ferro registra forte queda na China após frustração com falta de novos estímulos

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Os preços dos contratos futuros de minério de ferro negociados na Bolsa de Dalian despencaram nesta quarta-feira, refletindo a decepção dos investidores diante da ausência de novas medidas fiscais do governo chinês, após a divulgação de um amplo pacote de estímulos. A falta de novidades esfriou o otimismo do mercado e resultou em um movimento de venda expressivo.

O contrato mais negociado, com vencimento em janeiro, encerrou o dia em queda de 3,6%, sendo cotado a 777,5 iuanes por tonelada (cerca de 110,12 dólares), depois de chegar a recuar mais de 4% no início do pregão. Já na Bolsa de Cingapura, o minério de ferro para entrega em novembro teve leve alta de 0,2%, atingindo 105,2 dólares por tonelada.

Analistas do banco ANZ destacaram que os contratos futuros de metais sofreram pressão após Pequim optar por não anunciar medidas adicionais para impulsionar a economia do país. A expectativa do mercado era que uma coletiva de imprensa promovida pelo órgão responsável pelo planejamento econômico da China trouxesse informações detalhadas sobre incentivos fiscais solicitados pelo Politburo. No entanto, o governo apenas reforçou a intenção de incentivar os investimentos, sem apresentar novos estímulos concretos.

Segundo avaliação dos especialistas do Westpac, a queda dos preços foi influenciada por expectativas excessivamente altas em relação ao pacote de estímulos do governo chinês. O anúncio não atendeu ao que parte dos investidores esperava, levando ao recuo das cotações.

Na terça-feira, o governo da China afirmou estar “totalmente confiante” no cumprimento da meta de crescimento estabelecida para o ano, mas não anunciou políticas fiscais mais agressivas. Essa postura acabou frustrando agentes do mercado financeiro, que apostavam em medidas mais robustas de apoio para reaquecer a economia e estimular setores estratégicos, como a construção civil e a siderurgia.

O cenário indica que, apesar dos esforços já feitos para apoiar a atividade econômica, o governo chinês mantém cautela na adoção de novas ações, o que pode continuar influenciando o comportamento dos preços do minério de ferro e de outros metais no mercado internacional.

Perspectivas na América Latina: Paraguai mira em mineradores de Bitcoin, Brasil considera mudanças na tributação de criptomoedas

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Legisladores paraguaios propõem projeto de lei para suspender operações de mineração de criptomoedas
O Paraguai está mudando sua visão sobre criptomoedas e mineração de criptomoedas. Um grupo de legisladores paraguaios apresentou um projeto de lei que busca banir temporariamente as operações de mineração de criptomoedas no país devido ao seu uso intensivo de energia elétrica.

O projeto, apresentado ao Congresso Nacional em 3 de abril, propõe a implementação de uma proibição de 180 dias na operação e instalação de fazendas de mineração de criptomoedas e outras operações envolvendo ativos de criptomoedas. Essa proibição poderia ser estendida até que uma lei que regule essas atividades seja promulgada.

Se o projeto for aprovado, os mineradores legais no país enfrentarão um destino incerto. Joaquin Morinigo, fundador e CEO da empresa de consultoria em criptomoedas Cryptopy, revelou que operadores formais de mineração pagaram mais de 30 milhões de dólares à Administração Nacional de Eletricidade para garantir o fornecimento de energia a 5 locais não identificados.

Brasil planeja mudar o quadro de tributação de criptomoedas
O Brasil está planejando mudar a forma como as criptomoedas são tributadas. Um novo projeto de lei que trata da tributação de investimentos para pessoas físicas proporá mudar como as criptos são consideradas, permitindo que sejam tributadas de forma semelhante a ações e instrumentos de capital com taxa de câmbio variável.

De acordo com a proposta a ser apresentada nos próximos dias ao Congresso Nacional, os investidores em criptomoedas terão que pagar 15% sobre o rendimento das operações realizadas com criptomoeda. Hoje, os ganhos com criptomoedas são tributados como bens e devem pagar imposto sobre ganhos de capital dependendo dos volumes transacionados, começando em 15% para volumes inferiores a 5 milhões de reais (990 mil dólares). Transações acima de 30 milhões de reais (próximo a 6 milhões de dólares) pagam 22,5%, com porcentagens de imposto menores para volumes intermediários.

Latam acredita que moedas digitais de bancos centrais podem ajudar a combater a corrupção
Uma pesquisa descobriu que a maioria dos cidadãos latino-americanos acredita que as moedas digitais dos bancos centrais (CBDCs) podem ajudar a combater a corrupção na região. O estudo da Sherlock Communication, uma empresa de consultoria, determinou que 67% dos cidadãos pesquisados na Argentina, Brasil, Chile, Colômbia, México e Peru apoiam essa ideia.

Além disso, sete em cada dez cidadãos acreditam que a implementação das CBDCs “aceleraria os pagamentos e reduziria a burocracia”. No entanto, a pesquisa revela a necessidade de educação sobre essas iniciativas na região, dado que 62% dos entrevistados afirmaram não saber o suficiente sobre moedas digitais.

Para acompanhar todos os últimos desenvolvimentos em cripto e economia na América Latina, inscreva-se em nosso boletim informativo Latam abaixo.

Preocupações Bancárias nos EUA Abalam Mercados, Mas Wall Street Mostra Resiliência

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Os mercados financeiros globais enfrentaram uma semana de forte volatilidade, inicialmente pressionados por temores sobre a saúde do setor bancário regional dos Estados Unidos, mas encontrando alívio posterior em notícias sobre a disputa comercial entre EUA e China.

DAX Reage Mal a Temores Bancários

A bolsa alemã sentiu o impacto das preocupações vindas dos EUA, onde dois bancos regionais relataram problemas significativos de crédito. O índice DAX encerrou a semana com perdas acentuadas, registrando uma queda de 1,82% no último pregão, para 23.830 pontos, após chegar a cair 2,4%. O MDAX, índice de empresas de médio porte, também recuou 1,74%.

Especialistas apontaram que o nervosismo foi uma reação direta aos anúncios dos bancos americanos. A notícia despertou memórias do colapso do Silicon Valley Bank e do Signature Bank em 2023, levantando preocupações sobre a interconexão do sistema financeiro e o risco de contágio. Jochen Stanzl, analista da CMC Markets, comentou que “a fraca situação de crédito dos bancos regionais americanos abala os investidores que estavam eufóricos com a inteligência artificial e as esperanças de corte de juros”.

Wall Street Supera Nervosismo e Fecha em Alta

Enquanto a Europa reagia negativamente, Wall Street demonstrou surpresa resiliência. Após um susto inicial, os investidores americanos rapidamente deixaram as preocupações bancárias de lado. O índice Dow Jones fechou com alta de 0,52%, aos 46.190 pontos, enquanto o S&P 500 subiu 0,53% e a bolsa de tecnologia Nasdaq avançou 0,52%, recuperando as perdas da véspera.

A recuperação foi apoiada por declarações conciliatórias do presidente Donald Trump sobre a disputa comercial com a China. Em entrevista, Trump afirmou que as novas tarifas de importação “não são sustentáveis” para a economia. Paralelamente, Pequim informou que representantes dos dois países se reunirão “o mais breve possível” para novas negociações.

Análise dos Riscos Bancários

Apesar do alívio, analistas monitoram a situação. Richard Hunter, da Interactive Investor, disse que embora as perdas de crédito relatadas pareçam limitadas, o incidente “desperta memórias desagradáveis”. Outros especialistas, no entanto, mostraram-se mais calmos. Kyle Rodda, da Capital.com, avaliou que “o tamanho dos empréstimos ruins, por si só, não deve representar riscos para o sistema como um todo”.

Thomas Altmann, da QC Partners, observou que os dois bancos regionais, aparentemente vítimas de fraude de crédito ligada a fundos imobiliários, possuem um balanço combinado que representa apenas cerca de 2% do balanço do JP Morgan. “Se esses permanecerem casos isolados, as bolsas rapidamente deixarão esse assunto para trás”, comentou.

Recuperação do DAX no Início da Semana

Impulsionado pela recuperação em Wall Street no final da semana anterior e por ganhos robustos nos mercados asiáticos, onde o Nikkei atingiu uma máxima histórica, o DAX iniciou a nova semana em território positivo. O índice alemão subiu 1,3% na segunda-feira, ultrapassando novamente a marca dos 24.000 pontos. O analista Timo Emden sugeriu que “muitos participantes do mercado veem o recente recuo como uma potencial oportunidade de reentrada”.

Destaques Setoriais e Mercado de Câmbio

Em meio à turbulência, a Continental destacou-se no DAX, com suas ações subindo quase 11% após a empresa de pneus e tecnologia anunciar lucratividade acima do esperado no terceiro trimestre. Na recuperação de segunda-feira, o impulso veio das ações de defesa; Rheinmetall ganhou 3,4% após um novo grande pedido, enquanto Hensoldt e Renk subiram 5,4% e 4,0%, respectivamente.

No mercado de câmbio, o euro mostrou pouca variação no início do dia, sendo negociado a 1,1673 dólares, um nível semelhante ao observado no final da semana anterior.

Mercados Globais em Alerta com Novas Tarifas dos EUA e Retaliações

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Os futuros do mercado de ações dos Estados Unidos operam em queda nesta terça-feira, após um forte recuo em Wall Street no dia anterior. As novas tarifas impostas pelo presidente Donald Trump sobre produtos do Canadá, México e China entraram em vigor, levando a retaliações por parte desses países.

Os contratos futuros do índice Dow Jones caíram 163 pontos, ou 0,4%, enquanto os do S&P 500 recuaram 0,6%, mesma perda observada nos futuros do Nasdaq 100.

Esse movimento ocorre após uma forte desvalorização registrada na segunda-feira, quando o S&P 500 sofreu sua maior queda diária desde dezembro, despencando 1,8%. O índice Dow Jones perdeu quase 650 pontos, uma baixa de aproximadamente 1,5%, enquanto o Nasdaq Composite caiu 2,6%.

O recuo nos mercados foi impulsionado pela confirmação de Trump de que as tarifas de 25% sobre importações do Canadá e do México entrariam em vigor sem espaço para negociações. Além disso, o presidente impôs uma nova tarifa de 10% sobre produtos chineses, válida a partir da meia-noite.

A China respondeu com tarifas adicionais de até 15% sobre determinados produtos dos EUA. O primeiro-ministro canadense, Justin Trudeau, também anunciou uma taxação de 25% sobre mercadorias americanas.

No pré-mercado, ações de grandes montadoras sofreram impacto. Os papéis da General Motors e da Ford registraram quedas, acumulando perdas de 11% e 5% no ano, respectivamente, devido a preocupações com as tarifas. A rede de restaurantes Chipotle, que obtém cerca de metade de seus abacates do México, caiu 0,5% antes da abertura dos mercados.

O tombo de segunda-feira levou o S&P 500 ao território negativo em 2025, e analistas do mercado não esperam uma recuperação rápida. Scott Ladner, diretor de investimentos da Horizon Investments, afirmou que a situação não deve se reverter tão cedo.

“Não vemos o mercado se recuperando de forma acelerada”, disse Ladner à CNBC. “O sentimento está muito deteriorado, o que torna qualquer recuperação um processo difícil e demorado.”

Nevada tem uma das maiores porcentagens de trabalhadores que recebem gorjetas nos Estados Unidos

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A Casa Branca e o Departamento do Tesouro não responderam a perguntas sobre quantos moradores de Nevada deduziram suas gorjetas ou qual o valor de seus reembolsos. Mas em Las Vegas, o Secretário do Tesouro, Scott Bessent, afirmou que mais de 6 milhões de americanos solicitaram dedução fiscal com base nessa política.

Um número ainda maior de americanos solicitou deduções com base em outros novos cortes de impostos, como a regra de “isenção de imposto sobre horas extras” implementada no verão passado, de acordo com o Tesouro. Uma análise da Upgraded Points com base em dados da Receita Federal (IRS) feita antes do encerramento do prazo para declaração de imposto de renda sugeriu que os moradores de Nevada receberiam alguns dos maiores reembolsos do país.

Trump vinculou o futuro de suas políticas tributárias às eleições de meio de mandato deste ano, embora não tenha mencionado a candidatura à reeleição do governador Joe Lombardo (republicano), após tê-lo apoiado no outono passado.

“Precisamos vencer as eleições de meio de mandato”, disse Trump. “Se não vencermos, essas políticas serão revogadas.”

O presidente do Partido Republicano, Michael McDonald, disse ao The Indy que a visita do presidente também incluiu uma reunião com Lombardo, que, segundo McDonald, “também tem a visão do povo”. Enquanto isso, os democratas de Nevada planejaram coletivas de imprensa e comícios para contrapor a visita do presidente.

Desempenho do Índice Small Cap (SMLL) na B3

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O Índice Small Cap (SMLL), que mede o desempenho das empresas de menor capitalização listadas na B3, apresentou uma queda de 0,91% no pregão mais recente. O indicador encerrou o dia em 1.846 pontos, abaixo do fechamento anterior de 1.863 pontos. Durante a sessão, a mínima registrada foi de 1.831 pontos, enquanto a máxima alcançou 1.864 pontos.

Desde o início de fevereiro, o SMLL acumula uma desvalorização de 1,36%. No entanto, no acumulado de 2025, o índice ainda registra uma alta de 4,65%. Nos últimos 12 meses, a queda é mais expressiva, com um recuo de 15,14%.

Critérios para composição do índice

O SMLL é formado por ações e units de empresas que possuem menor valor de mercado na B3. Para integrar o índice, os ativos precisam estar fora da lista dos 85% de maior capitalização da bolsa, mas ainda assim figurar entre os 99% mais negociados no mercado.

Além disso, há critérios rigorosos de liquidez. Para permanecer no SMLL, um ativo deve ter presença em pelo menos 95% dos pregões nos três portfólios anteriores do índice. Empresas classificadas como “penny stocks”, ou seja, aquelas cujas ações são negociadas abaixo de R$ 1, ficam automaticamente excluídas do índice.

Características do SMLL

O SMLL é um índice de retorno total, o que significa que ele não apenas acompanha a valorização dos ativos que o compõem, mas também reflete o impacto da distribuição de proventos feita pelas empresas emissoras. Dessa forma, ele busca fornecer um panorama mais amplo sobre o desempenho dos ativos de menor capitalização na B3.

Apesar das recentes oscilações, o índice continua sendo um importante termômetro para investidores que desejam acompanhar o comportamento das empresas de menor porte no mercado financeiro brasileiro.

O secretário de Saúde, Robert F. Kennedy Jr., gesticula com a mão esquerda enquanto fala.

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A iniciativa concentra-se na classe de medicamentos psiquiátricos mais prescrita, os tratamentos de primeira linha para depressão e ansiedade, que incluem Zoloft, Lexapro, Paxil e Prozac. Em 2025, 16,6% dos adultos nos EUA, ou aproximadamente um em cada seis, relataram estar tomando um ISRS (Inibidor Seletivo da Recaptação de Serotonina).

Introduzidos há quase 40 anos, esses medicamentos ganharam popularidade rapidamente, em parte porque apresentavam menos efeitos colaterais do que os antidepressivos anteriores e podiam ser prescritos por clínicos gerais. Os médicos geralmente diziam aos pacientes que interromper o uso de ISRSs era simples. No entanto, muitos pacientes relatam sintomas de abstinência, incluindo “choques cerebrais”, inquietação e sintomas semelhantes aos da gripe, e afirmam ter recebido pouco apoio dos médicos nesse processo.

As mudanças — novos treinamentos, mecanismos de reembolso e diretrizes clínicas — incentivam os médicos a ajudar os pacientes a interromper o uso de medicamentos e a considerar intervenções não farmacológicas, como terapia, nutrição e exercícios físicos.

“Os medicamentos psiquiátricos têm um papel no tratamento, mas não os trataremos mais como padrão. Trataremos os medicamentos como uma opção, a ser usada quando apropriado, com total transparência e com um caminho claro para a sua suspensão quando não forem mais necessários”, disse o Sr. Kennedy em uma Cúpula sobre Saúde Mental e Supermedicalização organizada pelo Instituto MAHA.

Embora alguns pacientes se beneficiem dos ISRSs, ele afirmou que outros relatam embotamento emocional, perda de motivação, ideação suicida e dificuldade em interromper o uso.

“Deixe-me ser claro: se você está tomando medicação psiquiátrica, não estamos dizendo para você parar”, disse o Sr. Kennedy. “Estamos garantindo que você — e seu médico — tenham as informações e o apoio necessários para tomar a decisão certa para você.”

Nenhuma grande organização médica esteve representada no encontro e, posteriormente, algumas contestaram a afirmação de que os medicamentos psiquiátricos são prescritos em excesso.

“Podemos questionar essa hipótese generalizada de ‘prescrição excessiva’ que fundamenta as declarações do secretário”, disse a Dra. Marketa Wills, diretora executiva e médica da Associação Americana de Psiquiatria (APA). “Provavelmente há prescrição excessiva e insuficiente em todas as áreas da medicina, e a saúde mental não é diferente. E há pessoas que ainda não conseguem acessar o atendimento necessário.”

Ela acrescentou, no entanto, que acolheu bem o foco do Sr. Kennedy na saúde mental e que espera participar do desenvolvimento de diretrizes clínicas sobre a desprescrição.

“Nós, da APA, queremos estar presentes em todas essas discussões e melhorias de políticas”, disse ela. “Em resumo, acreditamos que o atendimento clínico é seguro e deve ser individualizado para todos os pacientes, e acreditamos que o secretário está tomando medidas benéficas para a área.”

As agências federais têm várias ferramentas para influenciar as decisões de prescrição, por meio de regras de reembolso e ações regulatórias, e o Sr. Kennedy planeja usar várias delas. O Centro de Serviços de Medicare e Medicaid (CMS) está introduzindo um mecanismo que permitirá aos médicos serem remunerados pelo tempo gasto ajudando um paciente a interromper o uso de medicamentos, afirmou ele.

Além disso, o Departamento de Saúde e Serviços Humanos (HHS) convocará um painel de especialistas técnicos para desenvolver diretrizes clínicas para a desprescrição e, neste verão (do hemisfério norte), a Administração de Serviços de Saúde Mental e Abuso de Substâncias (SAMHSA) lançará módulos de treinamento com foco nos riscos dos medicamentos psiquiátricos e na redução gradual e desprescrição.

O Sr. Kennedy também divulgou uma carta aos colegas orientando os profissionais de saúde a “expandir o uso de tratamentos não farmacológicos e a fortalecer o consentimento informado e a tomada de decisão compartilhada”. A carta recomenda psicoterapia, exercícios físicos, conexão social, atividade física, dieta e nutrição, entre outras intervenções.

“Nosso objetivo é simples: reduzir a dependência desnecessária de medicamentos, melhorar os resultados para os pacientes e devolver o controle a eles”, disse ele.

É difícil prever qual será o efeito dessas iniciativas nas práticas de prescrição, que são definidas em conjunto por pacientes e seus médicos.

Os Estados Unidos poderiam seguir o exemplo da Grã-Bretanha, que encomendou um importante relatório sobre a prescrição excessiva de medicamentos e, em seguida, implementou uma série de reformas, incluindo a atualização das diretrizes clínicas de prescrição para o Serviço Nacional de Saúde (NHS) e a instituição de um programa nacional de auditoria para monitorar o uso de medicamentos pelos prescritores.

Imagem: Visão aproximada de vários comprimidos rosa saindo de um pequeno frasco de comprimidos branco.

Em 2026, 16,6% dos adultos nos EUA, ou aproximadamente um em cada seis, relataram estar tomando um antidepressivo inibidor seletivo da recaptação de serotonina (ISRS), uma classe que inclui Zoloft, Lexapro, Paxil e Prozac. Crédito: Joe Raedle/Getty Images
Muitas pessoas relatam sintomas de abstinência após reduzir a dose ou interromper o uso de um antidepressivo. Os sintomas podem incluir “choques cerebrais”, que são sensações semelhantes a choques, sintomas semelhantes aos da gripe, insônia, náuseas e inquietação.

A prevalência e a gravidade desses sintomas têm sido objeto de debate. Em 2019, dois britânicos re

Do campo ao comando: a trajetória de Belmiro Gomes, o ex-boia-fria que transformou o Assaí em gigante do varejo

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A rotina de Belmiro Gomes, presidente do Assaí Atacadista, está cada vez mais intensa. Além das responsabilidades administrativas à frente de uma das maiores redes de atacarejo do Brasil, ele tem marcado presença nas inaugurações das novas unidades da marca — muitas delas resultado da conversão dos antigos hipermercados Extra adquiridos pelo grupo. Somente neste ano, 40 novas lojas serão abertas em diferentes regiões do país. Na última sexta-feira, antes das 9h da manhã, Belmiro já participava da cerimônia de abertura de uma unidade em Interlagos, na zona sul de São Paulo, com uma jornada que só terminou 12 horas depois.

“Quem vai a uma inauguração se lembra daquele momento sempre que passa em frente à loja. É preciso dar o exemplo”, afirma o executivo, que ocupa o cargo desde 2011, época em que o Assaí contava com menos de 40 lojas e presença modesta no território nacional.

Em pouco mais de uma década, o número de lojas quintuplicou, ultrapassando os 230 pontos de venda. Belmiro é conhecido por acompanhar de perto cada detalhe da operação, o que lhe rendeu o apelido de gestor “barriga no balcão”. Apesar das longas jornadas, garante que a saúde vai bem e que os fins de semana são, em sua maioria, dedicados à família. Pai de quatro filhos e dois enteados, o executivo recebeu recentemente a notícia de que será avô.

Um dos maiores méritos de Belmiro, segundo colegas e analistas do setor, é ter conduzido o crescimento do Assaí sem abandonar a essência do modelo atacadista: manter os custos operacionais baixos para oferecer preços acessíveis ao consumidor final. Ele reconhece que sua trajetória de vida o ajuda a entender a importância disso. “Sempre me fascinou a ideia de vender um produto 15% mais barato. Isso faz diferença para quem está do outro lado do balcão”, comenta.

Nascido em Santo André (SP), Belmiro se mudou ainda criança para Maringá (PR), após seu pai adoecer e a família buscar apoio no interior. Irmão do meio entre três filhos, ele começou a trabalhar muito cedo: vendeu sorvetes, engraxou sapatos e foi boia-fria. “Tive minha primeira carteira assinada aos 13 anos”, relembra.

Essa experiência precoce no mercado de trabalho foi o ponto de partida para uma carreira sólida no setor de alimentos. Aos 15 anos, começou na rede paranaense Musamar. Depois, passou 20 anos no Atacadão, chegando à empresa antes mesmo da aquisição pelo Carrefour em 2007. Hoje, aos 50 anos, Belmiro acumula 35 anos de experiência e testemunhou de perto a transformação do atacarejo no Brasil.

Ele lembra que, no início, o modelo era voltado majoritariamente para empresas e exigia cadastro com CNPJ. A estrutura era simples e pouco atrativa para o consumidor comum. “Era um formato espartano, e o calcanhar de Aquiles era a experiência de compra, que deixava a desejar”, recorda.

Essa realidade mudou. Atualmente, 93% dos itens encontrados nos antigos hipermercados já estão disponíveis no atacarejo. Um dos avanços mais relevantes foi a implantação de açougues nas lojas, algo muito solicitado pelos clientes. Algumas unidades, inclusive, passaram a contar com adegas para atender perfis específicos de consumidores.

Segundo Belmiro, compreender o perfil de consumo de cada bairro é essencial para definir o mix de produtos de cada loja. Esse olhar atento ao consumidor ajudou o Assaí a se consolidar como referência no setor.

O crescimento da empresa é notável também no mercado financeiro. De uma rede adquirida pelo Grupo Pão de Açúcar (GPA) por R$ 400 milhões entre 2007 e 2009, o Assaí hoje está avaliado em R$ 27 bilhões na B3. Desde que se separou do GPA, passou a ter valor de mercado superior ao da empresa-mãe, que atualmente está avaliada em cerca de R$ 6 bilhões.

A história de Belmiro Gomes é um exemplo de superação e liderança com foco no cliente. De origem simples, ele conseguiu escalar as posições mais altas do varejo nacional mantendo os pés no chão e os olhos atentos à realidade dos brasileiros.