Mundo

Início Mundo

Nevada tem uma das maiores porcentagens de trabalhadores que recebem gorjetas nos Estados Unidos

0

A Casa Branca e o Departamento do Tesouro não responderam a perguntas sobre quantos moradores de Nevada deduziram suas gorjetas ou qual o valor de seus reembolsos. Mas em Las Vegas, o Secretário do Tesouro, Scott Bessent, afirmou que mais de 6 milhões de americanos solicitaram dedução fiscal com base nessa política.

Um número ainda maior de americanos solicitou deduções com base em outros novos cortes de impostos, como a regra de “isenção de imposto sobre horas extras” implementada no verão passado, de acordo com o Tesouro. Uma análise da Upgraded Points com base em dados da Receita Federal (IRS) feita antes do encerramento do prazo para declaração de imposto de renda sugeriu que os moradores de Nevada receberiam alguns dos maiores reembolsos do país.

Trump vinculou o futuro de suas políticas tributárias às eleições de meio de mandato deste ano, embora não tenha mencionado a candidatura à reeleição do governador Joe Lombardo (republicano), após tê-lo apoiado no outono passado.

“Precisamos vencer as eleições de meio de mandato”, disse Trump. “Se não vencermos, essas políticas serão revogadas.”

O presidente do Partido Republicano, Michael McDonald, disse ao The Indy que a visita do presidente também incluiu uma reunião com Lombardo, que, segundo McDonald, “também tem a visão do povo”. Enquanto isso, os democratas de Nevada planejaram coletivas de imprensa e comícios para contrapor a visita do presidente.

Análise Técnica na Prática: Da Teoria aos Movimentos Recentes do S&P 500

0

Para o investidor que já domina o básico sobre ações, surge inevitavelmente a questão de qual método utilizar para identificar os ativos com maior potencial de valorização ou risco de queda. Nesse momento, o mercado se divide essencialmente em duas escolas: a análise fundamentalista, focada no negócio e no setor da empresa, e a análise técnica. Esta última, frequentemente vista como um caminho mais ágil por dispensar o estudo profundo de balanços, foca na interpretação de gráficos e índices.

A análise técnica, ou gráfica, baseia-se na premissa de que a história dos preços tende a se repetir. Popularizada por Charles Dow, fundador do Wall Street Journal, a teoria sustenta que o preço de um ativo desconta tudo. Salvo eventos imponderáveis como desastres naturais, as cotações refletem instantaneamente todas as informações disponíveis. Logo, a oscilação não deriva apenas da gestão da empresa, mas da psicologia coletiva dos investidores, indicando o que o mercado considera caro ou barato em determinado momento.

A eficácia dos padrões gráficos

O objetivo central de quem utiliza os gráficos é identificar tendências — seja de alta (acumulação), baixa (distribuição) ou lateralização — e operar a favor delas. É uma ferramenta essencialmente especulativa, ideal para operações de curto a médio prazo, como day trade ou swing trade. A ideia é aproveitar a irracionalidade momentânea do mercado.

Estudos acadêmicos corroboram a utilidade dessa abordagem. Uma pesquisa conduzida por Thomas N. Bulkowski ao longo de 14 anos, analisando mais de 500 ações americanas, apontou que a análise técnica previu corretamente entre 80% e 90% dos movimentos. Mesmo estimativas mais conservadoras apontam para uma efetividade próxima de 70%, o que valida o gráfico como um instrumento robusto de decisão.

O S&P 500 sob a ótica técnica atual

Aplicando esses conceitos ao cenário atual do mercado americano, observa-se um momento decisivo para o S&P 500 (SPY). O índice rompeu seu canal de tendência em novembro e a característica do rali mudou. Embora o mercado tenha subido lentamente na última semana, aproximando-se a 25 pontos de sua máxima histórica, a seleção de ações individuais tornou-se mais desafiadora à medida que a liderança de certos papéis diminui.

A leitura técnica sugere que o S&P 500 pode estar em um processo de formação de topo, embora isso possa levar vários meses para se concretizar. A estratégia desenhada para o momento envolve vender nas altas próximas aos 7.000 pontos, mantendo uma posição comprada central e adicionando apenas nas correções. O pico anterior de 6.920 deve ser superado ainda este mês, impulsionado pela expectativa do corte de juros e do tradicional “rali de Natal”.

Níveis críticos e projeções de Fibonacci

Olhando para os patamares de preço, o rali encontrou resistência no topo do canal. O pico de 6.921 está logo abaixo de um alvo maior em 6.958, que corresponde à extensão de 161% de Fibonacci da queda anterior. É provável que o índice enfrente dificuldades para sustentar um rompimento dessa área imediata. Passando desse ponto, um movimento medido semelhante aos ralis de 2020-2022 e 2022-2025 projetaria o índice para a casa dos 7.490 pontos.

Por outro lado, os suportes relevantes encontram-se nas mínimas de outubro e novembro, entre 6.521 e 6.550, seguidos pela alta de agosto em 6.508. O nível de 6.147 é crucial para a manutenção do bull market atual, pois marca o topo anterior. Além disso, sinais de exaustão, como a contagem DeMark, indicam que, embora não deva haver um sinal de exaustão mensal em 2024, janeiro ou fevereiro de 2025 podem trazer fraqueza.

Volume e comportamento semanal

A análise do perfil de volume mostra uma concentração clara em torno dos 6.000 pontos, sugerindo que uma distribuição normal formaria uma curva de sino ao redor desse nível. Considerando a mínima de 4.835, que está 1.165 pontos abaixo dessa zona de volume, uma projeção simétrica para cima levaria o topo do rali para cerca de 7.165. Embora não seja uma ciência exata, isso reforça outras técnicas que apontam para a formação de um topo na região dos 7.000.

No gráfico diário, nota-se que o avanço recente ocorreu de maneira diferente das semanas anteriores, com sessões menos vigorosas. Isso é compreensível dado o longo caminho percorrido em pouco tempo. Um recuo ou consolidação seria saudável antes de tentar romper a resistência de 6.920.

O impacto do Fed e a fragmentação do mercado

No cenário macroeconômico, um corte de 25 pontos-base pelo Federal Reserve na próxima quarta-feira é dado como certo e não deve atuar como um grande catalisador. A incerteza reside no tom do comunicado: suspeita-se de uma postura mais dura (hawkish), alertando sobre a inflação e a necessidade de aguardar mais dados. Isso configura um clássico cenário de “comprar no boato, vender no fato” no curto prazo.

A ação do mercado tem se mostrado fragmentada desde o rompimento do canal de tendência de longo prazo em novembro. Muitas ações de alto crescimento sofreram correções agudas e algumas bolhas especulativas parecem ter estourado. Como a próxima reunião do Fed ocorrerá apenas no final de janeiro, dados de emprego fracos ou aumento do desemprego até lá poderiam forçar novos cortes, gerando volatilidade nas próximas semanas.

O poder dos dobráveis: Samsung se aproxima da Apple no mercado americano

0

Com o recente lançamento dos modelos Galaxy Z Fold 7 e Z Flip 7, a Samsung Electronics está diminuindo rapidamente a distância para a Apple em participação de mercado nos Estados Unidos. Analistas apontam que a Apple, sentindo a pressão da concorrência no mercado de celulares dobráveis, deve finalmente lançar seu primeiro modelo do gênero no próximo ano, acirrando a disputa por inovação no formato dos smartphones.

Samsung em ascensão no mercado americano

De acordo com dados da empresa de pesquisa de mercado Canalys, divulgados pela CNBC em 17 de agosto (horário local), a participação de mercado da Samsung nos EUA atingiu 31% no segundo trimestre. Este número representa um aumento significativo em comparação com os 23% registrados no mesmo período do ano anterior. Em contrapartida, a Apple viu sua participação cair de 56% para 49% no mesmo período, mostrando um claro contraste no desempenho das duas gigantes da tecnologia.

A vantagem estratégica da Samsung

A CNBC analisa que, embora a estratégia em resposta às tarifas do governo Trump tenha influenciado inicialmente, a “vantagem comparativa” da Samsung nos formatos dobráveis (form factors) e sua diversificada linha de produtos foram os principais contribuintes para este crescimento. A Samsung oferece um portfólio que atende a todos os públicos, desde modelos de entrada até os de luxo. A Canalys destaca que a linha de produtos da empresa, incluindo as séries Galaxy e Z, abrange uma vasta gama de preços, de US$ 650 a US$ 2.400, permitindo que a marca atinja consumidores em todos os segmentos de mercado.

Um déjà vu de 2014

A CNBC aponta que a dinâmica atual pode ser uma repetição do que aconteceu em 2014. Naquela época, os consumidores começaram a preferir telas maiores para assistir a vídeos, e a Samsung respondeu rapidamente com smartphones de tela grande. A Apple, por outro lado, ignorou essa tendência até o modelo iPhone 5S. Finalmente, no outono de 2014, a Apple cedeu à mudança do mercado e lançou o iPhone 6, com uma tela maior. Embora tardia, a Apple conseguiu manter sua liderança de mercado na ocasião. Hoje, a tecnologia dos dobráveis, que antes gerava desconfiança por problemas de durabilidade, amadureceu e ganhou a confiança do consumidor, com o novo Galaxy Z Fold 7 recebendo elogios por ser mais fino e leve.

A esperada resposta da Apple com um iPhone dobrável

Dez anos depois do embate das telas grandes, com o mercado de smartphones dobráveis de ponta se consolidando, analistas preveem que a Apple adotará uma abordagem mais proativa. A expectativa é que a empresa apresente um iPhone mais fino no próximo mês e, no ano que vem, finalmente entre na briga dos dobráveis para conter o avanço da Samsung.

Samik Chatterjee, analista do JP Morgan Chase, afirmou em um relatório recente que o upgrade do iPhone 17, esperado para este outono, deve ser limitado, e que o foco dos investidores já está nos produtos de 2026. “É muito provável que a Apple revele seu primeiro produto dobrável em setembro do próximo ano, como parte da linha do iPhone 18”, projetou Chatterjee.

Em entrevista à CNBC, o analista explicou a estratégia da empresa: “A Apple tende a adotar tecnologias apenas quando julga que estão maduras e que os obstáculos foram superados. O iPhone dobrável provavelmente surgirá seguindo essa mesma lógica”.

CSN Mineração: Perspectivas de Crescimento e Desafios Atuais

0

A CSN Mineração, atualmente a segunda maior exportadora de minério de ferro do Brasil, possui uma impressionante reserva de aproximadamente 3 bilhões de toneladas, conforme os critérios do Joint Ore Reserves Committee. Esta posição de destaque no setor reforça a importância estratégica da empresa para o mercado de mineração brasileiro e mundial.

Controlada pela Companhia Siderúrgica Nacional (CSN), a CSN Mineração administra duas importantes minas: Namisa e Casa de Pedra. A última é conhecida pela alta qualidade do minério de ferro extraído, considerado um dos melhores na região produtora. Essa qualidade é um fator chave que impulsiona a competitividade da empresa no cenário internacional.

Antes de sua oferta pública inicial (IPO), a CSN detinha quase 90% de participação na CSN Mineração. O restante estava nas mãos de um consórcio asiático. Durante o IPO, além da própria CSN, dois sócios asiáticos – a Posco e a Japão Brasil Minério de Ferro Participações (JBMF) – também venderam parte de suas participações, mas mantiveram-se como acionistas da companhia. Após a conclusão do IPO, a CSN passou a deter cerca de 77% da sua unidade de mineração.

A venda de parte dessa unidade foi uma medida estratégica para angariar recursos, com o objetivo principal de reduzir o endividamento da companhia, que já era significativo. A captação desses recursos, além de ajudar a equilibrar as finanças, visa também possibilitar a execução de diversos projetos de crescimento.

Entre os projetos em destaque estão o Itabirito P15 e os Projetos de Recuperação de Rejeitos das Barragens Pires e Casa de Pedra. Esses empreendimentos têm grande importância para o futuro da empresa, tanto em termos de sustentabilidade quanto em expansão de capacidade produtiva.

A projeção da CSN Mineração é ambiciosa. A empresa pretende aumentar sua capacidade de produção para 103 milhões de toneladas de minério de ferro por ano até 2033. Para alcançar esse objetivo, estima-se um investimento total de R$22,7 bilhões. Atualmente, a produção anual da companhia gira em torno de 33 milhões de toneladas, o que indica a magnitude do crescimento planejado.

Esse aumento considerável na produção não só fortalecerá a posição da CSN Mineração no mercado global, mas também poderá proporcionar novos patamares de rentabilidade e competitividade. Contudo, os desafios financeiros e operacionais que acompanham esse nível de investimento são significativos, exigindo um planejamento cuidadoso e uma execução precisa para garantir que a empresa alcance suas metas sem comprometer sua saúde financeira.

Em um setor caracterizado por volatilidade nos preços das commodities e incertezas regulatórias, a capacidade de adaptação e inovação será crucial para que a CSN Mineração continue a prosperar e liderar o mercado nos próximos anos.

Perspectivas para o Futuro

O futuro da CSN Mineração parece promissor, especialmente com as projeções de crescimento e os projetos em andamento. A execução bem-sucedida dessas iniciativas colocará a empresa em uma posição ainda mais dominante no mercado global de mineração, consolidando sua relevância econômica e estratégica para o Brasil e seus parceiros internacionais.

Entretanto, a gestão eficiente do endividamento e a implementação dos projetos de forma sustentável serão fatores determinantes para o sucesso a longo prazo. Com uma sólida base de recursos e um planejamento ambicioso, a CSN Mineração tem potencial para continuar crescendo e se destacando no cenário internacional, desde que consiga navegar pelos desafios que o setor impõe.

Essa trajetória de expansão e consolidação da empresa reforça sua importância no setor de mineração, além de contribuir significativamente para a economia brasileira como um todo.

Quanto Rende R$ 1 Milhão com Selic a 10,75% ao Ano em Investimentos a 100% do CDI?

0

Com a reunião do Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central prevista para a próxima quarta-feira (18), o mercado aguarda com expectativa uma nova decisão sobre a taxa de juros Selic. A aposta predominante é de um aumento, com uma possível elevação de 0,25 ponto percentual, que elevaria a taxa dos atuais 10,50% para 10,75% ao ano.

Caso essa alta seja confirmada, investimentos em renda fixa, que já atraem muitos investidores, se tornarão ainda mais vantajosos. Aplicações como o Tesouro Selic, Certificados de Depósito Bancário (CDBs) e Letras de Crédito Imobiliário (LCI) e do Agronegócio (LCA), todos indexados ao CDI, devem oferecer rentabilidades mais atrativas.

Quanto Rende R$ 1 Milhão em LCI e LCA a 85% do CDI com Selic a 10,75%

As LCI e LCA possuem uma vantagem fiscal por serem isentas de Imposto de Renda. Para que essas aplicações ofereçam um rendimento competitivo com um CDB a 100% do CDI, elas precisam remunerar aproximadamente 85% do CDI.

Considerando uma LCI ou LCA com essa taxa de retorno e com a Selic a 10,75% ao ano, o investimento de R$ 1 milhão pode atingir um valor líquido de R$ 1.188.427 ao final de dois anos.

Quanto Rende R$ 1 Milhão no Tesouro Selic com Selic a 10,75%

O Tesouro Selic, que é atrelado à taxa básica de juros, também se apresenta como uma opção segura para quem busca rendimento competitivo. No entanto, ele tende a ter um retorno ligeiramente inferior ao de investimentos em renda fixa que pagam 100% do CDI.

Em um cenário de Selic a 10,75% ao ano, um investimento de R$ 1 milhão no Tesouro Selic poderia alcançar R$ 1.185.900 após dois anos, ficando atrás apenas da poupança em termos de retorno.

Quanto Rende R$ 1 Milhão na Poupança com Selic a 10,75%

Com a Selic acima de 8,5% ao ano, como é o caso atual, a rentabilidade da poupança é fixada em 0,5% ao mês, o que representa uma taxa anual de aproximadamente 6,17%, além da variação da Taxa Referencial (TR).

Dessa forma, ao final de dois anos, um investimento de R$ 1 milhão na poupança renderia cerca de R$ 1.143.854, ficando consideravelmente abaixo das outras opções de renda fixa.

Com a perspectiva de aumento da Selic, os investidores que buscam segurança e rentabilidade devem considerar opções como o Tesouro Selic e CDBs indexados ao CDI, que prometem uma performance superior à poupança e são opções interessantes para a preservação do patrimônio

Preocupações Bancárias nos EUA Abalam Mercados, Mas Wall Street Mostra Resiliência

0

Os mercados financeiros globais enfrentaram uma semana de forte volatilidade, inicialmente pressionados por temores sobre a saúde do setor bancário regional dos Estados Unidos, mas encontrando alívio posterior em notícias sobre a disputa comercial entre EUA e China.

DAX Reage Mal a Temores Bancários

A bolsa alemã sentiu o impacto das preocupações vindas dos EUA, onde dois bancos regionais relataram problemas significativos de crédito. O índice DAX encerrou a semana com perdas acentuadas, registrando uma queda de 1,82% no último pregão, para 23.830 pontos, após chegar a cair 2,4%. O MDAX, índice de empresas de médio porte, também recuou 1,74%.

Especialistas apontaram que o nervosismo foi uma reação direta aos anúncios dos bancos americanos. A notícia despertou memórias do colapso do Silicon Valley Bank e do Signature Bank em 2023, levantando preocupações sobre a interconexão do sistema financeiro e o risco de contágio. Jochen Stanzl, analista da CMC Markets, comentou que “a fraca situação de crédito dos bancos regionais americanos abala os investidores que estavam eufóricos com a inteligência artificial e as esperanças de corte de juros”.

Wall Street Supera Nervosismo e Fecha em Alta

Enquanto a Europa reagia negativamente, Wall Street demonstrou surpresa resiliência. Após um susto inicial, os investidores americanos rapidamente deixaram as preocupações bancárias de lado. O índice Dow Jones fechou com alta de 0,52%, aos 46.190 pontos, enquanto o S&P 500 subiu 0,53% e a bolsa de tecnologia Nasdaq avançou 0,52%, recuperando as perdas da véspera.

A recuperação foi apoiada por declarações conciliatórias do presidente Donald Trump sobre a disputa comercial com a China. Em entrevista, Trump afirmou que as novas tarifas de importação “não são sustentáveis” para a economia. Paralelamente, Pequim informou que representantes dos dois países se reunirão “o mais breve possível” para novas negociações.

Análise dos Riscos Bancários

Apesar do alívio, analistas monitoram a situação. Richard Hunter, da Interactive Investor, disse que embora as perdas de crédito relatadas pareçam limitadas, o incidente “desperta memórias desagradáveis”. Outros especialistas, no entanto, mostraram-se mais calmos. Kyle Rodda, da Capital.com, avaliou que “o tamanho dos empréstimos ruins, por si só, não deve representar riscos para o sistema como um todo”.

Thomas Altmann, da QC Partners, observou que os dois bancos regionais, aparentemente vítimas de fraude de crédito ligada a fundos imobiliários, possuem um balanço combinado que representa apenas cerca de 2% do balanço do JP Morgan. “Se esses permanecerem casos isolados, as bolsas rapidamente deixarão esse assunto para trás”, comentou.

Recuperação do DAX no Início da Semana

Impulsionado pela recuperação em Wall Street no final da semana anterior e por ganhos robustos nos mercados asiáticos, onde o Nikkei atingiu uma máxima histórica, o DAX iniciou a nova semana em território positivo. O índice alemão subiu 1,3% na segunda-feira, ultrapassando novamente a marca dos 24.000 pontos. O analista Timo Emden sugeriu que “muitos participantes do mercado veem o recente recuo como uma potencial oportunidade de reentrada”.

Destaques Setoriais e Mercado de Câmbio

Em meio à turbulência, a Continental destacou-se no DAX, com suas ações subindo quase 11% após a empresa de pneus e tecnologia anunciar lucratividade acima do esperado no terceiro trimestre. Na recuperação de segunda-feira, o impulso veio das ações de defesa; Rheinmetall ganhou 3,4% após um novo grande pedido, enquanto Hensoldt e Renk subiram 5,4% e 4,0%, respectivamente.

No mercado de câmbio, o euro mostrou pouca variação no início do dia, sendo negociado a 1,1673 dólares, um nível semelhante ao observado no final da semana anterior.

Mercados Globais em Alerta com Novas Tarifas dos EUA e Retaliações

0

Os futuros do mercado de ações dos Estados Unidos operam em queda nesta terça-feira, após um forte recuo em Wall Street no dia anterior. As novas tarifas impostas pelo presidente Donald Trump sobre produtos do Canadá, México e China entraram em vigor, levando a retaliações por parte desses países.

Os contratos futuros do índice Dow Jones caíram 163 pontos, ou 0,4%, enquanto os do S&P 500 recuaram 0,6%, mesma perda observada nos futuros do Nasdaq 100.

Esse movimento ocorre após uma forte desvalorização registrada na segunda-feira, quando o S&P 500 sofreu sua maior queda diária desde dezembro, despencando 1,8%. O índice Dow Jones perdeu quase 650 pontos, uma baixa de aproximadamente 1,5%, enquanto o Nasdaq Composite caiu 2,6%.

O recuo nos mercados foi impulsionado pela confirmação de Trump de que as tarifas de 25% sobre importações do Canadá e do México entrariam em vigor sem espaço para negociações. Além disso, o presidente impôs uma nova tarifa de 10% sobre produtos chineses, válida a partir da meia-noite.

A China respondeu com tarifas adicionais de até 15% sobre determinados produtos dos EUA. O primeiro-ministro canadense, Justin Trudeau, também anunciou uma taxação de 25% sobre mercadorias americanas.

No pré-mercado, ações de grandes montadoras sofreram impacto. Os papéis da General Motors e da Ford registraram quedas, acumulando perdas de 11% e 5% no ano, respectivamente, devido a preocupações com as tarifas. A rede de restaurantes Chipotle, que obtém cerca de metade de seus abacates do México, caiu 0,5% antes da abertura dos mercados.

O tombo de segunda-feira levou o S&P 500 ao território negativo em 2025, e analistas do mercado não esperam uma recuperação rápida. Scott Ladner, diretor de investimentos da Horizon Investments, afirmou que a situação não deve se reverter tão cedo.

“Não vemos o mercado se recuperando de forma acelerada”, disse Ladner à CNBC. “O sentimento está muito deteriorado, o que torna qualquer recuperação um processo difícil e demorado.”

O secretário de Saúde, Robert F. Kennedy Jr., gesticula com a mão esquerda enquanto fala.

0

A iniciativa concentra-se na classe de medicamentos psiquiátricos mais prescrita, os tratamentos de primeira linha para depressão e ansiedade, que incluem Zoloft, Lexapro, Paxil e Prozac. Em 2025, 16,6% dos adultos nos EUA, ou aproximadamente um em cada seis, relataram estar tomando um ISRS (Inibidor Seletivo da Recaptação de Serotonina).

Introduzidos há quase 40 anos, esses medicamentos ganharam popularidade rapidamente, em parte porque apresentavam menos efeitos colaterais do que os antidepressivos anteriores e podiam ser prescritos por clínicos gerais. Os médicos geralmente diziam aos pacientes que interromper o uso de ISRSs era simples. No entanto, muitos pacientes relatam sintomas de abstinência, incluindo “choques cerebrais”, inquietação e sintomas semelhantes aos da gripe, e afirmam ter recebido pouco apoio dos médicos nesse processo.

As mudanças — novos treinamentos, mecanismos de reembolso e diretrizes clínicas — incentivam os médicos a ajudar os pacientes a interromper o uso de medicamentos e a considerar intervenções não farmacológicas, como terapia, nutrição e exercícios físicos.

“Os medicamentos psiquiátricos têm um papel no tratamento, mas não os trataremos mais como padrão. Trataremos os medicamentos como uma opção, a ser usada quando apropriado, com total transparência e com um caminho claro para a sua suspensão quando não forem mais necessários”, disse o Sr. Kennedy em uma Cúpula sobre Saúde Mental e Supermedicalização organizada pelo Instituto MAHA.

Embora alguns pacientes se beneficiem dos ISRSs, ele afirmou que outros relatam embotamento emocional, perda de motivação, ideação suicida e dificuldade em interromper o uso.

“Deixe-me ser claro: se você está tomando medicação psiquiátrica, não estamos dizendo para você parar”, disse o Sr. Kennedy. “Estamos garantindo que você — e seu médico — tenham as informações e o apoio necessários para tomar a decisão certa para você.”

Nenhuma grande organização médica esteve representada no encontro e, posteriormente, algumas contestaram a afirmação de que os medicamentos psiquiátricos são prescritos em excesso.

“Podemos questionar essa hipótese generalizada de ‘prescrição excessiva’ que fundamenta as declarações do secretário”, disse a Dra. Marketa Wills, diretora executiva e médica da Associação Americana de Psiquiatria (APA). “Provavelmente há prescrição excessiva e insuficiente em todas as áreas da medicina, e a saúde mental não é diferente. E há pessoas que ainda não conseguem acessar o atendimento necessário.”

Ela acrescentou, no entanto, que acolheu bem o foco do Sr. Kennedy na saúde mental e que espera participar do desenvolvimento de diretrizes clínicas sobre a desprescrição.

“Nós, da APA, queremos estar presentes em todas essas discussões e melhorias de políticas”, disse ela. “Em resumo, acreditamos que o atendimento clínico é seguro e deve ser individualizado para todos os pacientes, e acreditamos que o secretário está tomando medidas benéficas para a área.”

As agências federais têm várias ferramentas para influenciar as decisões de prescrição, por meio de regras de reembolso e ações regulatórias, e o Sr. Kennedy planeja usar várias delas. O Centro de Serviços de Medicare e Medicaid (CMS) está introduzindo um mecanismo que permitirá aos médicos serem remunerados pelo tempo gasto ajudando um paciente a interromper o uso de medicamentos, afirmou ele.

Além disso, o Departamento de Saúde e Serviços Humanos (HHS) convocará um painel de especialistas técnicos para desenvolver diretrizes clínicas para a desprescrição e, neste verão (do hemisfério norte), a Administração de Serviços de Saúde Mental e Abuso de Substâncias (SAMHSA) lançará módulos de treinamento com foco nos riscos dos medicamentos psiquiátricos e na redução gradual e desprescrição.

O Sr. Kennedy também divulgou uma carta aos colegas orientando os profissionais de saúde a “expandir o uso de tratamentos não farmacológicos e a fortalecer o consentimento informado e a tomada de decisão compartilhada”. A carta recomenda psicoterapia, exercícios físicos, conexão social, atividade física, dieta e nutrição, entre outras intervenções.

“Nosso objetivo é simples: reduzir a dependência desnecessária de medicamentos, melhorar os resultados para os pacientes e devolver o controle a eles”, disse ele.

É difícil prever qual será o efeito dessas iniciativas nas práticas de prescrição, que são definidas em conjunto por pacientes e seus médicos.

Os Estados Unidos poderiam seguir o exemplo da Grã-Bretanha, que encomendou um importante relatório sobre a prescrição excessiva de medicamentos e, em seguida, implementou uma série de reformas, incluindo a atualização das diretrizes clínicas de prescrição para o Serviço Nacional de Saúde (NHS) e a instituição de um programa nacional de auditoria para monitorar o uso de medicamentos pelos prescritores.

Imagem: Visão aproximada de vários comprimidos rosa saindo de um pequeno frasco de comprimidos branco.

Em 2026, 16,6% dos adultos nos EUA, ou aproximadamente um em cada seis, relataram estar tomando um antidepressivo inibidor seletivo da recaptação de serotonina (ISRS), uma classe que inclui Zoloft, Lexapro, Paxil e Prozac. Crédito: Joe Raedle/Getty Images
Muitas pessoas relatam sintomas de abstinência após reduzir a dose ou interromper o uso de um antidepressivo. Os sintomas podem incluir “choques cerebrais”, que são sensações semelhantes a choques, sintomas semelhantes aos da gripe, insônia, náuseas e inquietação.

A prevalência e a gravidade desses sintomas têm sido objeto de debate. Em 2019, dois britânicos re

Desempenho do Índice Small Cap (SMLL) na B3

0

O Índice Small Cap (SMLL), que mede o desempenho das empresas de menor capitalização listadas na B3, apresentou uma queda de 0,91% no pregão mais recente. O indicador encerrou o dia em 1.846 pontos, abaixo do fechamento anterior de 1.863 pontos. Durante a sessão, a mínima registrada foi de 1.831 pontos, enquanto a máxima alcançou 1.864 pontos.

Desde o início de fevereiro, o SMLL acumula uma desvalorização de 1,36%. No entanto, no acumulado de 2025, o índice ainda registra uma alta de 4,65%. Nos últimos 12 meses, a queda é mais expressiva, com um recuo de 15,14%.

Critérios para composição do índice

O SMLL é formado por ações e units de empresas que possuem menor valor de mercado na B3. Para integrar o índice, os ativos precisam estar fora da lista dos 85% de maior capitalização da bolsa, mas ainda assim figurar entre os 99% mais negociados no mercado.

Além disso, há critérios rigorosos de liquidez. Para permanecer no SMLL, um ativo deve ter presença em pelo menos 95% dos pregões nos três portfólios anteriores do índice. Empresas classificadas como “penny stocks”, ou seja, aquelas cujas ações são negociadas abaixo de R$ 1, ficam automaticamente excluídas do índice.

Características do SMLL

O SMLL é um índice de retorno total, o que significa que ele não apenas acompanha a valorização dos ativos que o compõem, mas também reflete o impacto da distribuição de proventos feita pelas empresas emissoras. Dessa forma, ele busca fornecer um panorama mais amplo sobre o desempenho dos ativos de menor capitalização na B3.

Apesar das recentes oscilações, o índice continua sendo um importante termômetro para investidores que desejam acompanhar o comportamento das empresas de menor porte no mercado financeiro brasileiro.

EZ Tec: Uma Referência no Mercado Imobiliário Brasileiro

0

A Ez Tec é uma renomada empresa brasileira do setor de incorporação e construção, reconhecida por sua trajetória sólida e atuação integrada. Desde sua fundação em 1979, a companhia se destacou no mercado com mais de 130 empreendimentos lançados, abrangendo projetos residenciais e comerciais.

Atualmente, a Ez Tec está listada no segmento Novo Mercado da B3, representando um compromisso com os mais altos padrões de governança corporativa. Suas ações ordinárias (EZTC3) também estão disponíveis no mercado fracionado, permitindo maior acessibilidade aos investidores.

História de Sucesso

A história da Ez Tec começou com sua fundação como EZTEC Engenharia Ltda. pelos sócios Ernesto Zarzur, Flávio Ernesto Zarzur e Silvio Ernesto Zarzur. Durante os primeiros 20 anos de operação, a empresa lançou 19 empreendimentos, consolidando sua posição no mercado imobiliário.

Em 2005, a empresa expandiu suas operações ao criar a imobiliária TEC Vendas, aprimorando sua capacidade de comercialização de imóveis. No ano seguinte, foi fundada a Ez Tec S.A., marco que simboliza o crescimento e a modernização da companhia.

Compromisso com a Sustentabilidade

A Ez Tec não apenas se preocupa em entregar empreendimentos de qualidade, mas também adota práticas que minimizam os impactos ambientais de suas atividades. A empresa implementou o Programa de Gestão de Resíduos, que abrange desde a análise das melhores alternativas para destinação final de resíduos até o transporte, inventário e controle rigoroso. Essa iniciativa reforça o compromisso da Ez Tec com a sustentabilidade e o respeito ao meio ambiente.

Presença no Mercado

Com décadas de experiência, a Ez Tec mantém sua relevância no mercado imobiliário brasileiro. Sua atuação estratégica e modelo de negócios integrado a posicionam como uma das principais empresas do setor, refletindo solidez, inovação e responsabilidade social.

A trajetória da Ez Tec é um exemplo de como aliar crescimento corporativo à sustentabilidade, construindo um legado que contribui para o desenvolvimento urbano do Brasil.