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Airbnb proíbe o uso de câmeras de segurança internas em todas as suas propriedades

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Airbnb anunciou que está proibindo o uso de câmeras de segurança internas em todas as suas propriedades ao redor do mundo, independentemente de seu propósito ou localização.

Em um esforço para simplificar sua política sobre câmeras de segurança e outros dispositivos, os anfitriões não poderão mais utilizar câmeras em qualquer área da casa, a partir de 30 de abril, conforme informado pela empresa em uma atualização de política na segunda-feira.

Qualquer violação da política revisada será investigada, e o anúncio ou titular da conta poderá ser removido da plataforma, de acordo com a empresa de compartilhamento de casas.

Anteriormente, os anfitriões podiam usar câmeras de segurança internas em áreas comuns da propriedade, como corredores e salas de estar, desde que fosse divulgado na página do anúncio antes da reserva.

No entanto, câmeras eram proibidas em locais como banheiros e quartos.

“A atualização desta política simplifica nossa abordagem e deixa claro que câmeras de segurança não são permitidas dentro das propriedades, independentemente de sua localização, propósito ou divulgação prévia”, disse o Airbnb.

Juniper Downs, chefe de política comunitária e parcerias do Airbnb, afirmou que a atualização oferece “maior clareza sobre o que esperar no Airbnb” e é baseada em conversas que a empresa teve com hóspedes, anfitriões e especialistas em privacidade.

O Airbnb disse que a maioria de suas propriedades não possui câmera de segurança, portanto, essa atualização “deve impactar apenas um subsetor menor de anúncios na plataforma”.

Os anfitriões ainda poderão usar dispositivos como câmeras de campainha e monitores de decibéis de ruído, para que possam “monitorar a segurança de sua casa e prevenir problemas como festas não autorizadas”.

No entanto, eles são obrigados a divulgar que sua propriedade possui câmeras externas e onde estão localizadas antes que os hóspedes reservem.

Esses dispositivos também não podem monitorar espaços internos ou áreas externas onde “há uma maior expectativa de privacidade, como um chuveiro ao ar livre fechado ou sauna”, disse a empresa.

Os anfitriões também devem divulgar se possuem monitores de decibéis de ruído, que avaliam apenas os níveis de decibéis e não gravam ou transmitem sons ou conversas.

Esses dispositivos só são permitidos em espaços comuns das propriedades, de acordo com a empresa.

Banco Pan: História e Estratégias de Crescimento no Setor Financeiro

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O Banco Pan S.A., conhecido como um banco de médio porte, tem como foco principal o atendimento a pessoas físicas. Atuando em todo o território brasileiro, o banco se destaca especialmente nas regiões Sudeste e Nordeste, oferecendo produtos financeiros como crédito consignado (empréstimos e cartões de crédito), financiamento de veículos, cartões institucionais e seguros.

Além dos serviços bancários tradicionais, o Banco Pan diversifica suas operações por meio de cinco empresas subsidiárias que ampliam sua atuação no mercado financeiro:

  1. PAN Arrendamento Mercantil: Fundada em 1998, a subsidiária é especializada em financiamento de veículos novos e usados, consolidando-se como um dos principais braços do banco no setor automotivo.

  2. BM Sua Casa: Criada em 2007, a empresa foca no financiamento imobiliário, com uma oferta direcionada à classe média, ajudando a impulsionar o acesso à moradia.

  3. Brazilian Securities Companhia de Securitização: Essa empresa é responsável pela aquisição e securitização de créditos, oferecendo soluções inovadoras no mercado financeiro.

  4. Brazilian Finance & Real Estate: Atuando como uma empresa de investimentos financeiros, ela amplia o portfólio do grupo com soluções voltadas ao mercado imobiliário e financeiro.

  5. PAN Consórcio: Com foco na administração de grupos de consórcio, principalmente para automóveis e imóveis, essa sociedade limitada oferece opções acessíveis para consumidores interessados em bens de maior valor.

Uma Trajetória Marcada por Transformações

A história do Banco Pan remonta a 1963, quando foi fundado como Real Sul S/A. Em 1969, foi adquirido pelo Grupo Silvio Santos, marcando o início de uma nova fase sob o nome Banco PanAmericano S/A. Ao longo dos anos, o banco passou por significativas mudanças estruturais e financeiras.

Em 2009, a Caixa Econômica Federal adquiriu uma participação no Banco Pan. No entanto, em 2011, enfrentando um déficit superior a R$ 4 bilhões, todas as ações controladas pelo Grupo Silvio Santos foram vendidas ao BTG Pactual. Essa transação marcou o início de uma nova era, com o banco se reposicionando estrategicamente no mercado.

Entre 2012 e 2018, o Banco Pan realizou três aumentos de capital para fortalecer sua posição financeira. Os valores arrecadados nesses processos foram R$ 1,8 bilhão, R$ 1,3 bilhão e R$ 400 milhões, respectivamente.

Em 2014, o grupo optou por vender suas participações na PAN Seguros e na PAN Corretora, ajustando seu foco às operações principais e buscando maior eficiência operacional.

Presença na Bolsa de Valores

O Banco Pan está listado no segmento de nível 1 da B3, com ações preferenciais (BPAN4) disponíveis também no mercado fracionado (BPAN4F). Essa estrutura permite que investidores tenham acesso ao capital do banco, contribuindo para sua expansão e inovação no mercado financeiro.

Com uma sólida trajetória de reestruturações e crescimento, o Banco Pan continua a consolidar sua posição como uma instituição financeira relevante no Brasil, focada em atender às necessidades de seus clientes e expandir sua presença no mercado.

Burger King Lança Refeição de Valor de $5

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A Burger King, pertencente à Restaurant Brands International, está pronta para lançar sua própria refeição de valor de $5, disse um porta-voz da empresa nesta quinta-feira, no momento em que sua rival McDonald’s também planeja lançar uma promoção semelhante.

“Estamos trazendo de volta a nossa refeição de $5 ‘Your Way Meal’, conforme acordado com nossos franqueados em abril”, disse o porta-voz.

As redes de fast food nos EUA estão em uma disputa para atrair clientes em um momento em que a crise do custo de vida tem forçado as pessoas a fazer mais refeições em casa, levando as empresas a focarem em oferecer melhores promoções e ofertas para aumentar o fluxo de clientes.

A Bloomberg News foi a primeira a reportar os detalhes do lançamento da refeição de $5 da Burger King, acrescentando que ela será lançada antes da promoção do McDonald’s.

A oferta da Burger King incluiria a escolha de um entre três sanduíches com nuggets, batatas fritas e uma bebida, de acordo com o relatório da Bloomberg.

A Burger King planeja manter sua oferta por vários meses, disse o relatório, citando um memorando. Enquanto isso, a promoção do McDonald’s duraria cerca de quatro semanas, relatou anteriormente a Bloomberg News.

Além da refeição de $5 “Your Way Meal”, a cadeia Burger King está testando duas outras plataformas de valor que poderiam estar prontas na segunda metade do ano, segundo o relatório.

No início de maio, as franquias do McDonald’s nos EUA estavam considerando lançar uma refeição de $5, disse uma fonte familiarizada com o assunto à Reuters.

Outras cadeias de hambúrgueres também estão intensificando suas promoções, com o Wendy’s anunciando uma refeição de café da manhã de $3 no início desta semana.

O McDonald’s não atingiu as estimativas de lucro pela primeira vez em dois anos no último trimestre, com a empresa dizendo que os consumidores estão se tornando “mais exigentes com cada dólar que gastam.”

Em contraste, a rival Restaurant Brands superou as expectativas de Wall Street para os resultados trimestrais, impulsionada por uma recuperação na demanda em suas lojas Burger King.

Peloton surpreende com vendas acima do esperado, mas desafios permanecem

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A Peloton informou aos investidores na quinta-feira que ainda tem um “caminho desafiador pela frente” para alcançar um crescimento lucrativo sob a liderança de seu novo CEO. No entanto, a empresa de equipamentos de fitness conectados superou as expectativas de vendas do período de fim de ano, em parte graças à sua parceria com a Costco.

A fabricante de bicicletas registrou resultados mistos no segundo trimestre fiscal, superando as estimativas de vendas de Wall Street, mas apresentando perdas maiores do que o esperado, já que continua seus esforços para tornar seu negócio de hardwares mais rentável.

Além disso, a Peloton reduziu custos em três áreas-chave que vinham sendo alvo de críticas devido aos altos gastos: marketing, despesas administrativas e pesquisa e desenvolvimento. Essa estratégia fez com que o lucro ajustado antes de juros, impostos, depreciação e amortização (EBITDA) superasse amplamente as projeções dos analistas.

As ações da Peloton subiram mais de 13% no pregão pré-mercado de quinta-feira.

Previsões divergentes para o próximo trimestre

Para o trimestre atual, a Peloton prevê vendas entre US$ 605 milhões e US$ 625 milhões, abaixo dos US$ 652 milhões estimados pelos analistas da LSEG. No entanto, a empresa projeta um EBITDA ajustado entre US$ 70 milhões e US$ 85 milhões, superando as expectativas de US$ 50,4 milhões de Wall Street, segundo dados da StreetAccount.

Para o ano fiscal de 2025, a empresa espera receitas alinhadas com as previsões do mercado, situando-se entre US$ 2,43 bilhões e US$ 2,48 bilhões, em comparação com a estimativa de US$ 2,47 bilhões.

Resultados financeiros do segundo trimestre fiscal de 2025

Com base em uma pesquisa de analistas conduzida pela LSEG, os números da Peloton foram:

  • Prejuízo por ação: 24 centavos (contra 18 centavos esperados)

  • Receita: US$ 674 milhões (acima dos US$ 654 milhões esperados)

O prejuízo líquido reportado para os três meses encerrados em 31 de dezembro foi de US$ 92 milhões, ou 24 centavos por ação, comparado a um prejuízo de US$ 195 milhões, ou 54 centavos por ação, no mesmo período do ano anterior.

As vendas caíram para US$ 674 milhões, uma redução de mais de 9% em relação aos US$ 744 milhões registrados um ano antes. Apesar de o trimestre de fim de ano ser tradicionalmente o mais forte para a venda de hardwares, a maior parte da queda na receita veio desse segmento, que registrou uma redução de aproximadamente 21% nas vendas.

Ainda assim, a Peloton está obtendo mais receita com a venda de suas caras bicicletas e esteiras ergométricas, um negócio historicamente deficitário. No trimestre, a margem bruta da divisão de fitness conectado chegou a 12,9%, marcando a primeira vez em mais de três anos que atingiu dois dígitos, segundo a empresa.

Impacto da parceria com a Costco

A parceria sazonal da Peloton com a Costco impulsionou significativamente as vendas do modelo Bike+ durante o período de festas, superando qualquer outro varejista parceiro, incluindo Amazon e Dick’s Sporting Goods.

Mudança na liderança e foco em assinaturas

Em outubro, a Peloton anunciou que Peter Stern, ex-executivo da Ford e cofundador do Apple Fitness+, seria o novo CEO e presidente da empresa. Stern substitui Barry McCarthy, que deixou o cargo no início do ano. Dois membros do conselho assumiram temporariamente a gestão até a nova nomeação.

Stern foi escolhido, em parte, por sua experiência no comando do negócio de assinaturas da Ford, indicando que a Peloton pretende reforçar ainda mais sua principal estratégia de receitas: seu modelo de assinaturas de alto valor agregado e recorrente.

Ele assumiu oficialmente o cargo em 1º de janeiro e fará sua primeira apresentação pública aos investidores durante a conferência de resultados da empresa, marcada para as 8h30 (horário da Costa Leste dos EUA).

O foco no fluxo de caixa e no EBITDA

Atualmente, a Peloton atrai um perfil de investidores que priorizam a capacidade da empresa de gerar fluxo de caixa e EBITDA em vez do crescimento puro das vendas. Isso porque seu segmento de assinaturas tem margens significativamente mais altas do que a venda de equipamentos.

No trimestre, a Peloton superou amplamente as previsões para o EBITDA ajustado. A empresa reportou US$ 58,4 milhões, mais que o dobro dos US$ 26,7 milhões esperados pelos analistas, segundo a StreetAccount. Esse resultado foi alcançado apesar do prejuízo maior por ação, graças a cortes expressivos nos custos.

As despesas com vendas e marketing caíram 34%, enquanto os gastos gerais e administrativos diminuíram 18%, e os investimentos em pesquisa e desenvolvimento recuaram 25%. Como resultado, as despesas operacionais totais tiveram uma queda de 25% em relação ao ano anterior.

Apesar dos desafios, a Peloton vê sinais de recuperação, especialmente devido à sua estratégia focada na lucratividade e na expansão do modelo de assinaturas. O mercado agora aguarda para ver como a nova gestão guiará a empresa rumo a um futuro mais estável e rentável.

Cava Relata Resultados Positivos, Lançamento de Carne e Crescimento de Vendas Impulsionam Ações para Alta Recorde

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Cava (CAVA) está apresentando números saborosos para seus investidores.

Após o fechamento do mercado na quinta-feira, a cadeia de restaurantes mediterrâneos de fast-casual divulgou resultados do segundo trimestre que superaram as estimativas em receita, lucros e vendas nas mesmas lojas.

Suas ações subiram 9% nas negociações pré-mercado na manhã de sexta-feira, a caminho de um novo recorde histórico.

As vendas líquidas aumentaram 35,2% em relação ao ano anterior, totalizando US$ 233,5 milhões, em comparação com as expectativas de US$ 219 milhões. O lucro ajustado por ação foi de US$ 0,17, contra os US$ 0,13 esperados.

As vendas nas mesmas lojas aumentaram 14,4%, superando a expectativa de 7,45% de Wall Street. O crescimento das vendas foi impulsionado pelo aumento do tráfego de clientes (um aumento de 9,5% em relação ao ano anterior), pelo aumento nos preços do menu, por novas localizações e pelo lançamento da carne grelhada em 3 de junho.

O CEO Brett Schulman disse na teleconferência de resultados que o lançamento da carne superou as expectativas da empresa de forma esmagadora. A empresa está no “nexo da convergência do consumidor”, à medida que os consumidores trocam restaurantes finos por opções mais acessíveis, mas ainda buscam uma qualidade superior ao fast food.

“Em um momento em que os consumidores estão sentindo cada vez mais a pressão de uma economia incerta e são mais criteriosos sobre onde e como gastam seu dinheiro, eles estão optando por jantar na Cava”, disse ele.

O analista da Wedbush, Nick Setyan, afirmou que espera “tendências de transações de dois anos acelerando, lideradas principalmente pelo lançamento da carne”.

Na quarta-feira, as ações da Cava atingiram um recorde histórico de US$ 102,39, e na quinta-feira, atingiram uma alta intradiária de US$ 104,84 antes de fechar a US$ 101,98. Nas negociações pré-mercado de sexta-feira, as ações subiram até US$ 111.

As ações subiram 137% no acumulado do ano, em comparação com 17% para a Chipotle (CMG) e o S&P 500 (^GSPC).

A abordagem da Cava para expansão é lenta e constante. Até 2032, a empresa planeja ter 1.000 localizações da Cava.

O analista do Citi, Jon Tower, afirmou que ainda há espaço para crescimento em uma nota para os clientes. “Uma oportunidade de crescimento de unidades que continua a se ajustar para cima, com oportunidades discretas de vendas nas mesmas lojas, preços e margens, à medida que o sistema se densifica e as margens aumentam à medida que a presença se expande para mercados de menor custo.”

No segundo trimestre, a Cava abriu 18 novas localizações, elevando o total para 341. Isso se compara a 14 novas localizações no primeiro trimestre.

Schulman disse que, nos mercados existentes, ainda há espaço para aumentar o reconhecimento da marca. Outros motores de crescimento futuro incluem o relançamento do programa de fidelidade em outubro e o serviço de catering.

A empresa pretende testar o mercado de catering em grandes metrópoles em 2025 e lançá-lo em escala nacional em 2026.

WEG: Multinacional Brasileira em Destaque no Setor de Bens de Capital

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54,24 Reais (BRL – R$)
-2,21% (Variação do dia)
54,22 (Mínimo do dia)
55,49 (Máximo do dia)
221.400.355,00 (Volume negociado)

A WEG, fundada em 1961, é uma multinacional brasileira de equipamentos eletrônicos que se consolidou como referência no setor de bens de capital. Sua atuação abrange a produção de equipamentos eletroeletrônicos industriais, soluções para geração e transmissão de energia, motores de uso doméstico e uma diversificada linha de tintas e vernizes.

Diversidade de Produtos e Áreas de Atuação

No segmento de equipamentos industriais, a WEG oferece motores elétricos, drives, serviços de automação industrial e manutenção. Na área de geração de energia, a empresa se destaca na fabricação de geradores elétricos para usinas hidráulicas e térmicas, como as de biomassa, além de turbinas hidráulicas voltadas para Pequenas Centrais Hidrelétricas (PCH) e Centrais Geradoras Hidrelétricas (CGH).

A empresa também é pioneira em soluções de energia renovável, com destaque para a geração eólica e solar fotovoltaica. Além disso, a WEG produz aerogeradores, transformadores, subestações e painéis de controle, além de oferecer serviços completos de integração de sistemas.

No mercado de motores domésticos, a empresa fabrica motores monofásicos utilizados em bens de consumo duráveis, como máquinas de lavar e aparelhos de ar-condicionado. Já o setor de tintas e vernizes apresenta um amplo portfólio voltado para aplicações industriais.

Presença Global e Números Impressionantes

Com operações comerciais em 34 países e 42 fábricas distribuídas em 12 nações, a WEG consolida sua presença global. Seu portfólio abrange mais de 460 produtos, com uma produção notável de 16 milhões de motores apenas em 2018.

O mercado externo representa a maior fatia das vendas, com 58% do total, enquanto o mercado interno brasileiro contribui com 42%.

Resultados Financeiros em Alta

Em 2018, a Receita Operacional Líquida (ROL) consolidada da WEG alcançou R$ 11,9 bilhões, um aumento expressivo de 25,7% em comparação a 2017. Esses números refletem o constante crescimento e a sólida posição da empresa no mercado global.

A WEG segue como um exemplo de inovação e expansão, reafirmando sua relevância no cenário industrial e energético, tanto no Brasil quanto no exterior.

Cemig se valoriza na Bolsa com alta de mais de 6% e acumula ganhos expressivos em 2025

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As ações da Cemig (Companhia Energética de Minas Gerais S.A.), negociadas sob o código CMIG3, encerraram o pregão com valorização de 6,81%, cotadas a R$ 16,93. O papel variou entre a mínima de R$ 15,80 e a máxima de R$ 16,99 no dia, movimentando mais de R$ 19 milhões em volume financeiro. Desde o início do mês, os papéis da companhia já acumulam alta de 16,05% e, em 2025, a valorização é de 22,21%. Nos últimos 12 meses, o avanço já chega a 48,31%.

A Cemig é uma das maiores empresas do setor energético brasileiro e possui estrutura de capital misto, sendo controlada majoritariamente pelo governo de Minas Gerais, que detém aproximadamente 51% das ações ordinárias da companhia (CMIG4). A empresa conta com capacidade instalada superior a 6 mil megawatts (MW), quase 5 mil quilômetros de linhas de transmissão e presença operacional em 22 estados brasileiros, atendendo a mais de 17 milhões de pessoas.

Com atuação diversificada nas áreas de geração, transmissão, distribuição e comercialização de energia elétrica, além de soluções energéticas e distribuição de gás natural, a Cemig também tem expressiva participação no mercado internacional. Suas ações são negociadas nas bolsas de valores de São Paulo, Nova Iorque e Madri, atraindo o interesse de mais de 150 mil investidores localizados em quase 40 países.

Nos últimos anos, a companhia vem passando por um processo de reestruturação. Em 2019, anunciou um lucro líquido de R$ 2,1 bilhões no primeiro semestre — o maior já registrado pela empresa nesse período — e intensificou seus investimentos em diversas frentes do setor energético.

Apesar dos bons resultados, a Cemig integra a lista de estatais previstas para privatização pelo governo de Minas Gerais, como parte de uma estratégia para reduzir o déficit fiscal do Estado. A possível venda do controle da companhia ainda gera debates entre investidores, governo e sociedade, sobretudo em função da importância estratégica da empresa para a economia mineira e nacional.

O desempenho recente dos papéis da Cemig reflete tanto a confiança do mercado em sua gestão quanto a expectativa em torno da reestruturação e eventuais desdobramentos relacionados à privatização.

Oi (OIBR3) registra leve alta, mas acumula queda no ano

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A Oi S.A. (OIBR3), empresa brasileira de telecomunicações, apresentou uma valorização de 1,8% no pregão mais recente, fechando em R$ 1,13. Durante o dia, a cotação variou entre R$ 1,10 e R$ 1,13. No entanto, os números do mês e do ano ainda mostram quedas expressivas, com uma desvalorização mensal de 31,51% e uma perda acumulada de 15,67% em 2025. Nos últimos 12 meses, a desvalorização chega a 89,03%.

O volume negociado no último pregão foi de R$ 3,52 milhões, com um total de 1.654 transações registradas. O preço de abertura foi de R$ 1,15, enquanto o fechamento do dia anterior estava em R$ 1,11.

A trajetória da Oi no setor de telecomunicações

A Oi é uma das principais empresas de telecomunicações do Brasil, atuando nos segmentos de telefonia fixa e móvel, banda larga, TV por assinatura e transmissão de dados. Além disso, a companhia opera como provedor de internet e oferece serviços voltados para o setor corporativo e de atacado. Outro diferencial da empresa é sua ampla rede de pontos de acesso Wi-Fi, que soma cerca de 2 milhões de locais.

A Oi também desempenha um papel importante como concessionária do Serviço Telefônico Fixo Comutado (STFC), sendo responsável por essa infraestrutura em praticamente todos os estados brasileiros, com exceção de São Paulo.

Ao final de 2018, a operadora registrava 51,7 milhões de clientes ativos em seus diversos serviços, consolidando-se como uma das principais provedoras de telecomunicações do país.

Origens e evolução da empresa

A história da Oi remonta ao processo de privatização da Telebras, quando a Telemar foi criada em 1998. No ano 2000, a empresa começou a atuar no segmento de internet, expandindo seus serviços. Já em 2002, a marca Oi foi oficialmente lançada.

Em 2006, a empresa ampliou suas operações ao fornecer serviços integrados de telecomunicações para a base brasileira na Antártica. Dois anos depois, em 2008, o grupo assumiu o controle da Amazônia Celular, fortalecendo sua presença no mercado de telefonia móvel.

A expansão continuou em 2009 com a aquisição da Brasil Telecom, permitindo que a Oi atingisse cobertura nacional. A integração total das operações foi finalizada em 2010.

Alianças estratégicas e desafios financeiros

No ano de 2011, a Oi firmou uma aliança industrial com a Portugal Telecom, oficializada por meio de um contrato entre as duas empresas. Já em 2012, as ações da Oi começaram a ser negociadas tanto na Bolsa de Valores de São Paulo quanto na Bolsa de Nova Iorque.

Em 2013, as operações da Oi e da Portugal Telecom foram unificadas, consolidando uma parceria estratégica internacional. No entanto, a companhia enfrentou sérias dificuldades financeiras e, em 2016, entrou com um pedido de recuperação judicial, tornando-se um dos maiores casos desse tipo na história do Brasil.

Apesar da crise, a empresa conseguiu reduzir sua dívida de R$ 45 bilhões para R$ 14 bilhões até 2018, um marco importante para sua reestruturação financeira. Desde então, a Oi tem buscado novas estratégias para recuperar sua posição no mercado e melhorar sua situação financeira, mas ainda enfrenta desafios significativos.

A volatilidade das ações da Oi reflete o momento desafiador da empresa, que segue tentando reestruturar suas operações e manter sua relevância no setor de telecomunicações brasileiro.

Adobe Shares Rise Following AI-Driven Revenue Forecast Boost

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A Adobe, criadora do Photoshop, elevou sua previsão de receita para o ano fiscal de 2024 nesta quinta-feira, à medida que mais empresas e consumidores adotam suas ferramentas de edição impulsionadas por inteligência artificial em meio a sinais de recuperação econômica.

As ações da empresa sediada em San Jose, Califórnia, subiram cerca de 15% nas negociações pré-mercado na sexta-feira.

A empresa agora espera uma receita entre US$ 21,40 bilhões e US$ 21,50 bilhões, em comparação com sua previsão anterior de entre US$ 21,30 bilhões e US$ 21,50 bilhões. Em média, os analistas esperavam US$ 21,46 bilhões, de acordo com dados da LSEG.

A perspectiva da Adobe reflete que seus esforços em IA estão dando frutos, à medida que os clientes aumentam os gastos com seus produtos de software, como Premiere Pro, Animate e After Effects, usados por profissionais criativos em diversas áreas.

Em abril, a empresa anunciou planos para incorporar uma ferramenta de IA para gerar imagens em seu popular software Photoshop, em meio à crescente concorrência de empresas como OpenAI, Stability AI e Midjourney.

A Adobe também elevou sua previsão de lucro ajustado por ação para o ano inteiro para uma faixa de US$ 18 a US$ 18,20 por ação, em comparação com a faixa anterior de US$ 17,60 a US$ 18 por ação.

“É evidente que os negócios da Adobe estão prosperando apesar da concorrência da IA que está afetando seus pares. Acreditamos que isso deixa a Adobe como a empresa de software de grande capitalização melhor posicionada”, disse Gil Luria, analista de pesquisa da D.A. Davidson.

A empresa reportou uma receita de US$ 5,31 bilhões no segundo trimestre, superando as estimativas de US$ 5,29 bilhões.

A receita de mídia digital da empresa foi de US$ 3,91 bilhões, acima das estimativas de US$ 3,89 bilhões.

A Adobe desenvolveu sua própria ferramenta de geração de imagens por IA chamada Firefly, que é treinada em dados que possui os direitos, em um momento de crescente preocupação com a privacidade de dados e direitos autorais em relação ao conteúdo criado por IA.

Em base ajustada, a empresa teve um lucro de US$ 4,48 por ação no trimestre, em comparação com as estimativas de US$ 4,39 por ação.

Wall Street recua após sequência histórica de altas; Fed e resultados corporativos ganham os holofotes

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Os futuros das principais bolsas dos Estados Unidos abriram em leve queda na noite de domingo, indicando uma possível correção após a impressionante sequência de ganhos do S&P 500, que registrou sua mais longa série de altas em mais de duas décadas.

Os contratos futuros do S&P 500 recuaram 0,7%, enquanto os futuros do Dow Jones caíram 0,6%. Já os ligados ao índice Nasdaq também apresentaram retração de 0,6%, sugerindo um início de semana cauteloso para os mercados.

O otimismo recente no mercado foi impulsionado principalmente por sinais de que Estados Unidos e China estariam se aproximando de uma retomada nas negociações comerciais. Autoridades chinesas demonstraram interesse em reabrir o diálogo com Washington sobre tarifas, embora nenhum acordo pareça próximo no momento. O presidente Donald Trump afirmou no domingo que busca um “acordo justo” com a China, mas evitou dar detalhes sobre o que isso representaria.

Com o foco agora voltado para a política monetária, os investidores acompanham o início da reunião de dois dias do Federal Reserve, que começa nesta terça-feira. A expectativa predominante é de que o Fed mantenha inalteradas as taxas de juros, apesar das recentes pressões exercidas por Trump sobre o presidente da instituição, Jerome Powell.

Além disso, dados econômicos importantes entram no radar do mercado nesta semana. O relatório de pedidos de auxílio-desemprego, que será divulgado na quinta-feira, e os números da atividade industrial previstos para esta segunda-feira, devem oferecer pistas cruciais sobre o desempenho da economia americana.

No cenário corporativo, a temporada de resultados segue em ritmo acelerado. Relatórios aguardados de empresas de peso como Ford, Palantir, Disney e AMD devem movimentar o mercado ao longo da semana, podendo influenciar diretamente o humor dos investidores.

Enquanto isso, no setor de commodities, os preços do petróleo mantêm a tendência de queda após a decisão da aliança OPEP+ de ampliar a produção. O petróleo bruto nos EUA recuou cerca de 4%, sendo negociado pouco acima dos US$ 56 por barril — o menor patamar desde 2021. No acumulado do ano, o preço do petróleo já caiu mais de 20%, refletindo preocupações com uma possível recessão alimentadas pelas tarifas impostas por Trump.

O início da semana promete ser decisivo para o mercado financeiro, que observa com atenção os desdobramentos das negociações comerciais, os próximos passos do Federal Reserve e os resultados trimestrais das grandes empresas.